<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226</id><updated>2011-07-08T10:05:58.286-07:00</updated><category term='textos'/><category term='videos'/><category term='ebooks'/><title type='text'>Arquivoz</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-8139030072430681566</id><published>2009-06-09T15:55:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T16:12:29.613-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><title type='text'>Os invisíveis</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Nascemos numa determinada  condição. Temos uma família, amigos e amigas que vão se agregando com o passar  dos anos, relacionamentos, por vezes constituímos família e vêm os filhos e  filhas e, de repente, nos descobrimos já enredados em toda uma história de vida,  composta por nossos atos, por nossas vivências. Temos nosso trabalho, nossa vida  social, nossas buscas... Na maior parte das vezes não notamos isto acontecer,  somos levados pelas situações de vida, uma após a outra e de repente descobrimos  que somos "o que fizeram de nós". O primeiro e mais difícil passo na trilha dos  invisiveis é lidar com o "que fizeram de nós". E o que fizemos de  nós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;É muito  difícil isso, mesmo quando pregamos que devemos mudar e tal e tal estamos usando  toda uma sintaxe e modo de agir e um portar-se completamente escravizado ao que  "fizeram de nós". E óbvio o que fizemos de nós. Pensar como vítima, só  atrasa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Passamos a vida repetindo as  mesmas histórias, as mesmas rotinas, as mesmas frases, &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;depois é uma enfadonha variação  sobre o mesmo tema, muitas vezes nem tão ampla assim, apenas o repetir e o  repetir dos mesmos diálogos, dos mesmos medos, das mesmas carências, dos mesmos  conceitos prontos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Este é o primeiro ponto que o caminho dos invisíveis  toca, somos criaturas de inventário. Vivendo construímos uma vida,  relacionamentos, geramos uma imagem que as pessoas se fiam, a ponto de poderem  mesmo prever como vamos reagir numa situação. E gostamos disso. Dizemos : "Sou  assim" , ou ainda "é meu jeito" , "sou desse jeito" , "me conheço".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando nos dedicamos a uma sincera e profunda observação  de nós mesmos vamos descobrir que o pretenso "eu" inexiste enquanto tal, isto é  enquanto entidade singular, somos é aglomerado, uma aglomerado de sentimentos,  de jeitos de reagir, de emocionar e raciocinar que de manhã quer uma coisa, de  tarde outra e a noite outra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Isto não é um tema para "crer" é algo para se observar e  constatar. Muitos caminhos propõe vários exercícios de auto observação para que  possamos constatar o fato dessa multidão disfarçada de "eu" que somos, assim  como a inexistência, até que trabalhemos para, de um ente singular e consciente  em nós.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Há duas  formas de abordar o caminho dos invisíveis . Podemos usar as informações  "místicas" para melhorar nossas vidas, como podemos usar as informações médicas  para viver com mais saúde. Mas isso não nos faz invisiveis ou médicos, nos faz  pessoas mais espertas que a média, que usam de conhecimentos mais especializados  para viver com mais qualidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Agora, pretender SER um invisível é outra coisa, outro  departamento e não é para espíritos fracos, indecisos, que querem apenas  melhorar sua "condição de vida" mas não tem as "vísceras de aço" e o "amor a  vida", senso crítico, rebeldia, e uma mente ativa, curiosa e questionadora que  os videntes vêem como condições básicas para a ousadia de enfrentar a imensidão  que nos envolve.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por isso é importante deixar claro que existem muitos  caminhos de Xamanismo, caminhos que exigem muito menos que o Xamanismo  invisível...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não são caminhos "menores", "menos evoluídos", "mais  fracos", não, nada dessas bobeiras comparativas, apenas são outros caminhos e  tem todo seu valor , devem ser respeitados, tem suas metas, mas não devemos  confundir o xamanismo invisível com toda sua exigência de disciplina e dedicação  com outros caminhos ..&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O primeiro passo para quem pretende iniciar-se na árdua  trilha do invisível é saber que a vida comum ficou para trás. Não adianta querer  ser mais ou menos, querer ficar com um pé em cada canoa, ou tu passas a dimensão  mítica do invisível que é um estado de sonho acordado, um mito que foi gerado  num passado incalculável, na imensidão desconhecida do espaço-tempo e chega até  nós ou é melhor assumir que queremos apenas tirar dicas desses conhecimentos  para melhor viver, como alguém que lê obras médicas para se informar sobre um  viver saudável, mas não quer ter o trabalho de se formar médico. Tu podes saber  muito de medicina e isso te ajudar bastante em tua vida, mas isso não te expõe a  ter que sair de madrugada para atender alguém.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um invisível , por exemplo, tem que apagar a própria  vida e a própria rotina, por exemplo, para poder entrar e sair dos mundos vários  que visita sem chamar a atenção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Alguém que tem filhos, família, meio social, vida  profissional rígida e exigente crê que pode fazer isso?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não há como conciliar a medíocre vida "comum" e a  avassaladora proposta do caminho do invisível.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E o paradoxal é que o começo do caminho passa pela  resolução do aqui e agora onde estamos, da vida cotidiana que vivemos, mas não  se limita nela.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A vida comum  pode ser usada como campo de treino e combate, como campo de desenvolvimento,  mas isto já significa uma mudança imensa de nossa relação com a vida e com as  pessoas do mundo que nos cercam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um homem ou mulher que começa a trilhar o CAMINHO vai  notar que sua vida "comum" ficou prá trás e cada vez mais é distante qualquer  coisa que nela estava.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por isso é dito que a morte é o passaporte para o estado  de invisível e não é nada simbólica essa morte, é real, total, completa, o velho  ser, que nasce para servir a desígnios vários que não o seu, tem mesmo que  morrer, para que haja o renascimento completo e surja o novo ser.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aprender a agir pelo prazer de agir é um dos pontos  fundamentais nessa mudança. Deve-se &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;observar o ego e o vocabulário que usa-se para notar que  interiormente ainda está em busca de aprovação, de recompensas, por mais  "espirituais" que pintem essas recompensas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Raramente entendemos quando o universo nos envia alguém  como seu elo, ficamos presos a nosso eu mesquinho, desconfiado e nem percebemos  a imensa sorte que temos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma das maldições dos seres humanos é essa, só  perceberem as coisas depois que elas já não estão mais ao seu  alcance.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não ter história pessoal é uma conquista que precisa ser  cuidadosamente trabalhada, mal direcionada pode levar a uma esquizofrenia  completa, onde a pessoa não sabe para onde vai nem onde fica, o popular onde eu  estou? Para onde eu vou? Quem sou eu?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Tem gente que não combina com a  família, com o meio onde vive e quer usar de desculpas místicas para "fugir"  desses desafios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Outros escutam alguns termos novos de magia, ocultismo,  e já saem por aí papagaiando informações que o sujeito ainda nem assimilou,  nunca vivenciou, apenas ouviu falar. A superficialidade, e a necessidade de  reconhecimento que divide e atrapalha o entendimento, colocando as carroças na  frente do boi. Fora o "altum falatorium" para ser o centro das atenções numa  roda de conversa , onde a maioria só fala de futebol, sexo, novela e  festa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E o CAMINHO não é de confusão, nem de atrapalhações,  muito menos de fuga, neste sentido de perder o equilíbrio existencial,  justamente o contrário, só um profundo estabelecer de um equilíbrio existencial  pode nos colocar em sintonia com as energias mais amplas que nos abrem portas  para mundos outros que não esse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A vida "comum" não combina com o Caminho, paradoxalmente  só resolvendo e atravessando a vida comum poderemos "entrar no caminho" , pois  nosso desafio é o mundo onde estamos, os maiores obstáculos estão na vida  cotidiana e só quando eles forem vencidos poderemos ter certeza que estamos  prontos a nos aventurar na vastidão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pois este tem sido o desafio, nós que nada somos,  suportarmos sem ser destruídos, enfrentar a absoluta solidão da  ETERNIDADE.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sonhar não é fantasiar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sonhar é transformar o sonho em um local efetivo e  pragmático de ação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sonhar tem poder porque podemos morrer nele, isto é uma  frase fantástica para ser meditada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para um invisível o sonhar é seu campo de ação e  trabalho, tanto quanto o mundo cotidiano é seu campo de ação e  trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Assim,  tem valor, os momentos que estamos auto conscientes, tudo mais é fantasia e  escapismo, quer neste mundo, quer em outros, com o agravante que o mundo dos  sonhos pode nos iludir muito mais com imagens e vivências cheias de fantasias  nas quais as pessoas adoram bajular&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Espreita não é  fingimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Muda teu jeito, teus hábitos, teu  linguajar, tua história, tudo e de tal forma isso ocorre que tudo que acontece  na tua vida focaliza ainda mais o que está sendo espreitado, pois a espreita  para um invisível do abstrato, que não tem propósitos , que age pelo prazer de  agir e é apenas reflexo do espírito é guiada pelo próprio universo, cabendo-nos  apenas fluir com as diretrizes, os sinais que o éter claramente coloca em nossas  vidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Por  isso mesmo se tudo que foi armado numa situação não der certo, mesmo que as  pessoas envolvidas numa complexa espreita falhem miseravelmente, optando por  ceder a seus medos, voltando a sua forma antiga de agir e perdendo  (temporariamente que seja) tudo que foi trabalhado, um invisível em nada se  acontece, pois desde o começo não esperava nada mesmo, apenas vai rir e se  recolher em si mesmo, aguardando o próximo desígnio do céu, que nos enviará a  outros sinais, para novas aventuras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Desejar o PODER, pretender  trilhar o CAMINHO é algo muito, muito sério, porque é avassalador.&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É uma pretensão sem volta, quando pretendemos,  sinceramente, ir ao CAMINHO, o CAMINHO vem até nós também, o mesmo tanto que  lutamos pelo CAMINHO o CAMINHO luta por nós.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;"  &gt;Ser um invisível não é uma decisão  que tomamos, é algo que é decidido lá fora, nesta imensidão incomensurável da  qual somos parte ínfima e insignificante.&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um invisível não se aventura no desconhecido por cobiça,  isto seria tolice, a cobiça não funciona nesta vastidão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;D.  Juan Matus dizia que só por AMOR, amor ao que intriga, ao mistério, a vida, isto  é que motiva um invisível a esta tremenda aventura. O pragmatismo de um  invisível vem da constatação de que o pior que podia acontecer é morrer e isto é  a única certeza que temos, daí que nós que já perderam tudo, o que mais  temeríamos perder?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um invisível nada tem, para nada ter a perder, assim sem  apegos pode se lançar livre e voluntariosamente ao desconhecido, as vastidões da  ETERNIDADE e suportar mesmo o frio olhar da INFINITUDE.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um invisível sabe que a parte humana da TOTALIDADE é  pequena demais, assim não há como "pedir", "rezar", "barganhar" com esta  TOTALIDADE, como fazem as religiões, assim tudo que temos é nosso poder pessoal,  nem mais nem menos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um invisível  sabe que é efêmero, nada mesmo, que só tem este tempo mágico sobre a Terra e vai  viver tempo de menos para presenciar todas as maravilhas possíveis, assim isto é  uma pena, mas só isso ,uma pena e ser um invisivel é justamente usar esta  constatação não para autocomiseração ou auto piedade, mas para tornar mais forte  seu propósito de trilhar com sabedoria e desapego o caminho da vida,  regalando-se com cada detalhe, com cada momento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que prazer inenarrável há em assim viver, fazer de cada  instante o único, cada tecla aqui tocada momento único e final dessa aventura  chamada vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim não há espaço na vida de um invisível para estados  de espíritos imbecis, limitantes, depressivos ou algo assim, isto tudo é pura  frescura, pura bobagem que só cabe em quem se acha eterno e imortal vaidoso e  preguiçoso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quem sabe que a morte está sempre caçando, que nada nos  garante o próximo instante, quem disso está ciente nunca vai se entregar a tais  estados de espírito, vai lutar bravamente para ter sempre o melhor de si  presente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Se tiver fome,  dá um jeito , se estiver triste dá um jeito, se se machucar, dá um jeito, pois a  imensidão de nossa sorte, em sabermos da trilha dos invisiveis não pode ser  nunca deixada de lado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Entregar-se a qualquer estado de espírito  debilitante é ofensivo ao ser total, é tolice rematada e um invisivel está  sempre em guarda com isso, mesmo sabendo que pode as vezes falhar e cair nesta  armadilha ainda assim não se preocupa, ri, ri de si mesmo e segue em  frente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um invisivel não se prende a nada , nem a ninguém,  quando está num lugar todos a sua volta dizem que vai ficar ali para sempre tal  a dedicação e seriedade com que se envolve com tudo e todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Traça planos, age como se tivesse encontrado seu lugar  definitivo, mas interiormente sabe que faz aquilo pelo ESPÍRITO, é o ESPÍRITO  que vai continuar ali, ele invisivel apenas é um elo naquele momento, mas como  uma nuvem vai passar e passar sempre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando chega a hora, quando os ventos do cosmos sopram,  um invisivel apenas parte, livre, como se nunca tivesse existido o ontem, o que  foi válido para sua condição de invisivel guarda em seu álbum de "momentos  valorosos", o mais é recapitulado, a energia do lugar, dos eventos e das pessoas  que ficaram no invisível são devolvidas e a energia própria tomada de volta e  assim inteiro, livre e pleno solta-se novamente nas correntes do vasto mar da  ETERNIDADE ciente que um novo e desafiante momento está a caminho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não importa se os resultados de seus atos aparentem ser  vitórias ou derrotas a olhos outros, interiormente, por ter seu elo de conexão  limpo, sabe que agiu sempre pelo ESPÍRITO e isto é o que importa, é tudo mesmo  que tem sentido e valor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A testemunha  silenciosa que temos, nossa única platéia, com um gesto especial o invisivel  quando percebe que um ciclo de sua vida se encerra oferece tudo ao ESPÍRITO e  segue em frente, livre, como poeira na estrada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Só existe um tempo para um invisivel: o  agora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Só existe um lugar para um invisivel : o  aqui.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tudo mais  apenas pode dissipar seu poder e esvaziar sua chance de atingir a única meta que  tem , uma meta tão abstrata, que o invisivel sabe que mesmo tendo sua vida  dedicada a ela , pode mesmo não alcançá-la, por isso, um invisivel age pelo  prazer de agir, pela sua impecabilidade e nunca por nenhum propósito  vulgar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Temos que sonhar um sonho de poder de nós mesmos, temos  que crer que isso é possível, não cair na mediocridade das pseudo  justificativas, das pseudo interpretações do "isto eu aceito" , "isto não  aceito" pois não estamos falando de dogmas ou verdades, nem de princípios  religiosos, estamos falando do agir estratégico para atingir um estado de sonho  acordado, uma configuração energética precisa que foi intentada pelos ancestrais  xamãs que habitaram este mundo e que ainda vivem pelo infinito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O estado do .i.nvisivel é um desafio imenso, mas há algo  mais importante que este desafio, para nós, efêmeras criaturas escravas fadadas  a morrer e se dissolver na vastidão do mar escuro da consciência?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: center;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Há algo mais importante para dedicarmos cada inspiração,  cada expiração e o espaço entre elas a esta meta ?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-8139030072430681566?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/8139030072430681566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/06/os-invisiveis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/8139030072430681566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/8139030072430681566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/06/os-invisiveis.html' title='Os invisíveis'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-1888973218371731438</id><published>2009-06-09T15:45:00.001-07:00</published><updated>2009-06-09T16:12:12.967-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videos'/><title type='text'>CHIP</title><content type='html'>&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JPcmlzJHIb0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/JPcmlzJHIb0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-1888973218371731438?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/1888973218371731438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/06/chip.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/1888973218371731438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/1888973218371731438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/06/chip.html' title='CHIP'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-8875556516768918217</id><published>2009-06-09T15:38:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T16:11:58.417-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videos'/><title type='text'>Controles das Massas</title><content type='html'>Parte 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dndLtlrIgEs&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dndLtlrIgEs&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0Yis6w07b6o&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/0Yis6w07b6o&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rJtpN1nYNEU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/rJtpN1nYNEU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" 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type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/8875556516768918217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/06/controles-das-massas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/8875556516768918217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/8875556516768918217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/06/controles-das-massas.html' title='Controles das Massas'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-5465780671814443930</id><published>2009-06-09T15:24:00.001-07:00</published><updated>2009-06-09T16:11:44.401-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videos'/><title type='text'>Money is Debt</title><content type='html'>Parte 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YODjF4VTcTs&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/YODjF4VTcTs&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Dy-hNY5KBEA&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Dy-hNY5KBEA&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DmZMzzlAAqk&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/DmZMzzlAAqk&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" 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href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/06/money-is-debt.html' title='Money is Debt'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-6217128657275372004</id><published>2009-06-09T15:16:00.001-07:00</published><updated>2009-06-09T16:11:33.963-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ebooks'/><title type='text'>Muito Além do Cidadão Keane</title><content type='html'>&lt;embed id="VideoPlayback" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-570340003958234038&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;fs=true" style="width: 400px; height: 326px;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" 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/&gt;Rothschild&lt;br /&gt;Russell&lt;br /&gt;Van Duyn&lt;br /&gt;Merovingian&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Famílias Interconectadas&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disney&lt;br /&gt;Krupp&lt;br /&gt;McDonald&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/107528587/b9f6bda1/1630_Springmeier_-_Bloodlines_of_the_Illuminati.html"&gt;BloodLines of Illuminati&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_IUd6QOAH2KU/Si7ZM_nlNEI/AAAAAAAAAA8/90jQZ_Os1Xo/s1600-h/1630.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 205px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_IUd6QOAH2KU/Si7ZM_nlNEI/AAAAAAAAAA8/90jQZ_Os1Xo/s320/1630.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345448624994464834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-1113663556961317630?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/1113663556961317630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/06/as-13-familias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/1113663556961317630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/1113663556961317630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/06/as-13-familias.html' title='As 13 familias'/><author><name>Os 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/&gt;Anjos Caídos? Parte 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TRXu6_KBSfI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/TRXu6_KBSfI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anjos Caídos? Parte 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MoBvBh_9Dbo&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/MoBvBh_9Dbo&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anjos Caídos? Parte 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/d4HhwMB7VZM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/d4HhwMB7VZM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anjos Caídos? Parte 4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/J7cFw959ryo&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/J7cFw959ryo&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-6028577276442551403?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/6028577276442551403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' 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scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videos'/><title type='text'>Bush e sua árvore genealogica</title><content type='html'>&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uTvQEhP0aFs&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/uTvQEhP0aFs&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barack Obama related to Brad Pitt, 6 U.S. Presidents, Cheney&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HLaR6BgpJ7E&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed 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value="http://www.youtube.com/v/Vpvly5AV2LY&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Vpvly5AV2LY&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2nYZtQ4_YWg&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2nYZtQ4_YWg&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/X0YFSeNvu50&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/X0YFSeNvu50&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KWBPNMNr51Y&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/KWBPNMNr51Y&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3-RWjrZoi58&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3-RWjrZoi58&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FsBomByBW9E&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/FsBomByBW9E&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-IZc1ee4Cw8&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-IZc1ee4Cw8&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rrkY00dJvpo&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" 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value="http://www.youtube.com/v/gAL8txjS08g&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gAL8txjS08g&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gmLsiX2SD3E&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gmLsiX2SD3E&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/B6WUvzwjnO0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/B6WUvzwjnO0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 13&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sL1od4xxWNM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/sL1od4xxWNM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" 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?!'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-4404254150690796858</id><published>2009-06-09T12:49:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T16:09:46.042-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videos'/><title type='text'>Tantra Negro?!</title><content type='html'>Irmandade da Serpente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-1jJsi3G_vE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-1jJsi3G_vE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-4404254150690796858?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/4404254150690796858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/06/tantra-negro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/4404254150690796858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/4404254150690796858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/06/tantra-negro.html' title='Tantra Negro?!'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-4287518168282897882</id><published>2009-05-29T09:52:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T16:08:19.112-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><title type='text'>Ressonância Schumman</title><content type='html'>&lt;p style="color: rgb(255, 255, 255); line-height: 14pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:9;"  &gt;Não apenas as pessoas mais idosas  mas também jovens fazem a experiência de que tudo está se acelerando  excessivamente. Ontem foi carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais um pouco,  Natal. Esse sentimento é ilusório ou possui base real? Pela “ressonância  Schumann” se procura dar uma explicação. O físico alemão W.O. Schumann constatou  em 1952 que a Terra é cercada por uma campo eletromagnético poderoso que se  forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica cerca de 100 km  acima de nós. Esse campo possui uma ressonância (dai chamar-se ressonância  Schumann) mais ou menos constante da ordem de 7,83 pulsações por segundo.  Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio a  biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Verificou-se também que  todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83  hertz. Empiricamente fêz-se a constatação que não podemos ser saudáveis fora  desta frequência biológica natural. Sempre que os astronautas, em razão das  viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas  submetidos à ação de um “simulador Schumann” recuperavam o equilíbrio e a  saúde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(255, 255, 255); line-height: 14pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:9;"  &gt;Por milhares de anos as batidas do  coração da Terra tinham essa frequência de pulsações e a vida se desenrolava em  relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que a partir dos anos 80 e de forma mais  acentuada a partir dos anos 90 a frequência passou de 7,83 para 11 e para 13  hertz por segundo. O coração da Terra disparou. Coincidentemente desequilíbrios  ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos  vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de  comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido a aceleração geral,  a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção  de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real  neste transtorno da ressonância Schumann.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(255, 255, 255); line-height: 14pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:9;"  &gt;Gaia, esse superorganismo vivo que  é a Mãe Terra, deverá estar buscando formas de retornar a seu equilíbrio  natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela  biosfera e pelos seres humanos. Aqui abre-se o espaço para grupos exotéricos e  outros futuristas projetarem cenários, ora dramáticos, com catástrofes  terríveis, ora esperançadores como a irrupção da quarta dimensão pela qual todos  seremos mais intuitivos, mais espirituais e mais sintonizados com bioritmo da  Terra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:9;"  &gt;Não pretendo reforçar este tipo de  leitura. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos  de que a Terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e  humanidade formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham de suas  naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que sente, pensa, ama e venera.  Porque somos isso, possuimos a mesma natureza bioelétrica e estamos envoltos  pelas mesmas ondas ressonantes Schumann. Se queremos que a Terra reencontre seu  equilíbrio devemos começar por nós mesmos: fazer tudo sem stress, com mais  serenidade, com mais amor que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para  isso importa termos coragem de ser anti-cultura dominante que nos obriga a ser  cada vez mais competitivos e efetivos. Precisamos respirar juntos com a Terra  para conspirar com ela pela paz. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-4287518168282897882?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/4287518168282897882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/ressonancia-schumman.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/4287518168282897882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/4287518168282897882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/ressonancia-schumman.html' title='Ressonância Schumman'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-6236088427506723593</id><published>2009-05-29T08:21:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T16:07:50.754-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ebooks'/><title type='text'>Ponto de Mutação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/108570796/2f72bf6e/taoteking.html"&gt;Tao Te King&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/108574314/81ce6bc1/capra_fritjof_-_tao_da_fisica.html"&gt;Frijot Capra o Tao da física&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/108571602/40a3cd6c/capra_fritjof_-_a_teia_da_vida.html"&gt;&lt;br /&gt;Frijot Capra a Teia da Vida&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/108571601/d9aa9cd6/fritjof_capra-conexoes_ocultas.html"&gt;&lt;br /&gt;Frijot Capra Conexões Ocultas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/108571599/4f511f4/capra_fritijof__-_o_ponto_de_mutao__pdf___rev_.html"&gt;Frijot Captra O Ponto de Mutação&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NNH240tvPlQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/NNH240tvPlQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" 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Mutação'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-7109661571628329028</id><published>2009-05-29T07:49:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T16:07:04.110-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ebooks'/><title type='text'>I Ching</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_IUd6QOAH2KU/Sh_7nYCNYaI/AAAAAAAAAA0/0Clj5TmqeFo/s1600-h/ching.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 315px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_IUd6QOAH2KU/Sh_7nYCNYaI/AAAAAAAAAA0/0Clj5TmqeFo/s320/ching.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341264336969884066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/108566314/16a78afa/i_ching_o_livro_das_mutacoes.html"&gt;&lt;br /&gt;O Livro das Mutações&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-7109661571628329028?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/7109661571628329028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/i-ching.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/7109661571628329028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/7109661571628329028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/i-ching.html' title='I Ching'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_IUd6QOAH2KU/Sh_7nYCNYaI/AAAAAAAAAA0/0Clj5TmqeFo/s72-c/ching.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-1099109428302156007</id><published>2009-05-28T19:44:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T16:06:05.754-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videos'/><title type='text'>Será o fim em 2012?</title><content type='html'>Parte 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uMWvKCA6QSY&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/uMWvKCA6QSY&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qtSz2HAZYxI&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed 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height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zEHW4DHgkYU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zEHW4DHgkYU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zEHW4DHgkYU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zEHW4DHgkYU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-1099109428302156007?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/1099109428302156007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/sera-o-fim-em-2012.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/1099109428302156007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/1099109428302156007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/sera-o-fim-em-2012.html' title='Será o fim em 2012?'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-991343248991204789</id><published>2009-05-28T18:07:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T16:05:21.076-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><title type='text'>Os 8 Circuitos Cerebrais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Os circuitos se distribuem da seguinte forma:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;I. O circuito físico - Nele o homem aprende a se aproximar do alimento e da segurança e evitar o perigo. Todos os animais vertebrados desenvolvem essa reação. Também chamado de "circuito da sobrevivência".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. O circuito emocional - Nesse circuito o homem aprende a agir como animal político, com exigências territoriais. Todos os mamíferos desenvolvem esse circuito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. O circuito simbólico - Aqui o homem se confronta com símbolos para expressar o que quer e a habilidade de manufatura de ferramentas. Apenas os seres humanos desenvolveram bem esse circuito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV. O circuito social - Aqui o homem entra no âmbito de sua cultura e da transmissão desta, além de um código moral específico e inclusive etiqueta e normas tácitas de convívio. Apenas o homem civilizado desenvolveu completamente esse circuito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V. O circuito hedônico - O homem encontra o prazer na vida. Apenas poucos indivíduos no passado chegaram a esse circuito, e eram mantidos as custas do trabalho braçal de muitos outros. Os artistas dominam esse circuito. Também chamado "consciência fisiológica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI. O circuito psíquico - Aqui o homem consegue alterar sua programação básica e reescrever os padrões a ele impostos pelos circuitos inferiores, as programações mamíferas, tribais, intelectuais ou sociais. Poucas pessoas dominaram esse circuito, e poderiam ser chamados de xamãs no sentido específico. Também chamado "consciência neurológica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VII. O circuito mítico - Nesse ponto o homem passa a controlar seu papel na evolução como um todo. As pessoas que chegaram nesse circuito são geralmente chamadas "Santos". Também chamado de "consciência DNA".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIII. O circuito espiritual - Aqui se diz existir uma "consciência quântica" da realidade. Apenas algumas pessoas dizem ter tido experiências de oitavo circuito. A Iluminação dos sistemas orientais se refere a este circuito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - Os cães de Pavlov&lt;br /&gt;I - O Circuito físico&lt;br /&gt;   Nenhuma, respirou a luz indistinta e encantada das estrelas, e duas. Pois Sou dividida por amor ao amor, pela chance de união.&lt;br /&gt;   AL I, 28-29&lt;br /&gt;            Neste circuito o ser humano experimenta a busca do seio materno e a repulsa pelo ambiente agressor. É um circuito de emergência, uma regressão aos estados unicelulares da evolução. Perigo iminente, um bom almoço, o prazer de ir ao banheiro, são todas sensações típicas do I circuito. Os xamãs deste circuito são médicos, cozinheiros, mães, faxineiras e todos aqueles que lidam com as necessidades básicas de sobrevivência, que nutrem, reparam e limpam fisicamente o ser ou seres dentro de seu escopo de ação, que em geral não é muito grande (bebês e doentes exigem cuidados demais para serem tratados em lote). Freud chamava a este circuito de fase oral, e por esta razão a mãe é a chave do xamanismo neste circuito.&lt;br /&gt;     O xamã deste estágio deve se portar como a mãe, uma criatura toda-benevolente, dócil, meiga e ao som de sua voz devemos retornar ao útero materno. Ou, por outro lado, pode ser um assassino, uma pessoa que trata os problemas de circuitos superiores (seus ou de outrem), com a retirada abrupta da vida alheia, da mesma forma que a pessoa comum má sucedida nesse circuito é um suicida.&lt;br /&gt;     Geralmente um assassino está respondendo ao fracasso do II circuito (emocional), como num crime passional, do III circuito (intelectual), como num crime ideológico, ou ao IV circuito (sócio-sexual), num crime político. Assassinatos são um recurso raro para pessoas que fracassam nos quatro últimos circuitos, principalmente porque elas entendem os sistemas punitivos do IV circuito (polícia), além de serem mutantes muito raros. Uma pessoa cometendo um crime passional está tão tomada de reflexos do II circuito que é incapaz de perceber a punição social que lhe será infligida.&lt;br /&gt;     O aperfeiçoamento do xamã moderno neste circuito envolve o conhecimento de substâncias medicinais, alopatia e homeopatia, cozinhar bem, saber assumir um arquétipo maternal , acalmando e trazendo as pessoas chocadas com problemas de II ou VI circuitos de volta ao fluído amniótico, para o seio materno, para o sono reconfortante. Carinho, chazinho de camomila, o bolo da vovó, aguinha com açúcar são técnicas típicas para ajudar o convalescente amebóide a voltar ao comportamento primata dos circuitos II ao IV. As substâncias típicas que trarão o sujeito de volta ao útero da mãe são os barbitúricos e os opiáceos. Uma câmara de isolamento e um quarto escuro são boas maneiras de ativar um comportamento de I circuito, embora, paradoxalmente, também possam levar a uma experiência de VIII circuito, típica de pessoas a beira da morte, ou saindo de uma anestesia geral. A câmara de isolamento é o método mais seguro para se obter uma experiência de I e possivelmente VIII circuitos.&lt;br /&gt;     Sem a capacidade de desfrutar os prazeres do I circuito também não será possível desfrutar os hedonistas/neurosomáticos do V, pois a consciência corporal, o prazer com o alimento e a excreção, são absolutamente necessários para uma experiência de V circuito. Como a briga atual é entre as pessoas de IV e V circuitos (representada muito corretamente pela revolução da década de 60 com a briga entre pais patrióticos e filhos pacifistas nos EUA), existem alguns tabus sociais quanto ao hedonismo típico tanto de bebês quanto de mutantes de V circuito, e os prazeres da gula, do sono prolongado e o prazer de defecar, por exemplo, são podados pelos padrões de beleza (magro-gordo), utilidade (trabalhador-vagabundo) e pudicícia (envergonhado-escatológico) dos caretas civilizados do IV circuito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A Mãe&lt;br /&gt;   É destino de todos nós, talvez, dirigir nosso primeiro impulso sexual para nossa mãe.&lt;br /&gt;   Freud, A interpretação dos sonhos&lt;br /&gt;   O incesto está no início de toda biografia e cosmogonia.&lt;br /&gt;   Camille Paglia, Personas Sexuais&lt;br /&gt;   A natureza é bela somente por virtude do sentimento e amor dados a ela pelo homem. Os atributos estéticos emanados disto têm influencia primária na libido, a qual sozinha constitui a beleza da natureza.&lt;br /&gt;   C. G. Jung,&lt;br /&gt;   Símbolos e Transformações da Libido&lt;br /&gt;     Somos advertidos a não cair na tentação de acreditar que o amor maternal não seja tão sádico e sanguinário quanto o darwinismo nos leva a crer. Rousseau, com seu ideal de natureza, apenas representa a eterna docilidade do bebê (o xamã de VIII circuito) que acabou por aprender a escrever e só pode fazer odes de amor puro a sua mãe, que o acaba devorando.&lt;br /&gt;     Para o crescimento, é necessário o desprendimento da mãe. Existe, no macho principalmente, uma luta pelo estabelecimento da própria libido, e conseqüente renascimento. Libido é a palavra chave do crescimento, neste caso, porém deve se tomar cuidado e definir Libido como Vontade Pura, Thelema, e não apenas (mas principalmente) impulso sexual. O Sol é puro Thelema, as coisas nascem e morrem sob o signo da Vontade. A Mãe é a terra Fertilizada. Assim, o desafio do primeiro circuito, a sobrevivência em si, de toda a vida, é roubar o falo do pai (sol) para fecundar a mãe (terra), ou como os cabalistas diziam: Tu formulastes o teu Pai e tornastes fértil tua mãe.&lt;br /&gt;     Mas no primeiro circuito ainda não existe a figura do Pai, que aliás, é uma invenção razoavelmente recente: nas primeiras tribos não se conheciam os mecanismos de fertilidade, e os filhos certamente tinham mãe, mas os pais eram coletivos, pois eram desconhecidos. A descoberta da conexão entre sexo e reprodução levou a invenção da propriedade, primeiro das mulheres e filhos, e posteriormente de território. A libido dos adolescentes era estabelecida em ritos de passagem.&lt;br /&gt;     Essa definição Junguiana da Libido de Freud será chamada de  Thelema (Querer) daqui em diante, com Agape (Amor) como parceiro. A diferença entre verbo e substantivo é importante, pois os valor de ambos é igual, embora a aplicação seja diferente. Na tradição hermética poderíamos atribuir à Pomba, que desce, Agape, e à Serpente, que sobe, Thelema.&lt;br /&gt;     O homem é um dos animais a passar mais tempo com os pais após o nascimento, isso indica o fortalecimento da figura da mãe nos primeiros estágios (bebê) e do pai (II circuito) nos estágios finais antes da puberdade. É o que Freud chamava de transição da fase oral para a fase anal. O bebê passa de mero sugador a um exímio controlador de entrada e saída.&lt;br /&gt;     Essa energia é o que fará a criança explorar o mundo de forma tímida ou aventurosa, e acabará por determinar se algum dia o afastamento da mãe se dará. No IV circuito, o homem utiliza essa energia para matar o pai de sua consorte, ou seja, substituir a imagem paterna por sua própria, e reiniciar o ciclo. &lt;br /&gt;     Essa corrida de revezamento com o bastão da libido é a formulação da Thelema da pessoa a partir da Thelema do macho derrotado. Dessa forma, o sol que se pôs renasce após a noite negra na figura da Thelema do filho. Na mitologia temos Hórus, a Criança e Hórus, o Velho, dois deuses irmãos (note que a Thelema de ambos é a mesma) atribuídos a posições diferentes do sol no céu.&lt;br /&gt;     Agora, estendendo essa metáfora ao campo da filosofia, a realidade é a mãe, a consciência o filho. Realismo (Hórus, o Velho) e o Idealismo (Hórus, a Criança) são estágios duais em que a mãe engole ou expele o filho, como Cronos, ou como a respiração de Brahma, ou preferindo a mais aceitável explicação científica: Big Bang e Big Crunch. Chamar o princípio feminino de Deusa, ou de realidade, Yin ou de Mãe, ou de Filha, ou de Noite, ou de Idealismo, ou de Infinitamente Grande, é apenas a mesma coisa (Agape) sendo admirada  por  um microscópio ou um telescópio. E, por outro lado, chamar de Pai, Deus, Filho, Yang, Realismo, Infinitamente Pequeno, ou de Dia o princípio masculino (Thelema) é  a mesma coisa usando um microscópio ou um telescópio.&lt;br /&gt;     (Esse livro é provavelmente o Voyerismo do Deus, que procura a experiência do O e do I, que busca reunir sua Thelema ao Agape, que como substantivos já inverteram de sexo. O ser que unificou o dois não é. Nah.. Talvez se trate de alguma forma de fazer arte com papo cabeça.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O pai&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se teus filhos descobrirem o quão capenga realmente és, eles te matarão enquanto dormes."&lt;br /&gt;Frank Zappa, Freak Out!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura do Pai é essencial no desprendimento do filho pela mãe. Sem ele ou mecanismos de defesa variados são criados, ou o filho é como que eternamente absorvido pela mãe. Ele não consegue sair do estado emocional para o racional, onde um equilíbrio dos dois seria desejável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pai é mais bem entendido do que a da mãe, a nível externo. O controle é instituído. Onde só havia leite infinito, passa a haver lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura do Pai, neste sentido passa a ser muito mais humana do que animal. Em muito poucos animais o Pai ajuda no processo de criação do filho. O desenvolvimento de habilidade e linguagem é basicamente uma função paternal, pois exige disciplina, coisa que a mãe, sem a figura do Pai por perto, geralmente tem dificuldade em estabelecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disciplina paterna gera auto-disciplina futura. Geralmente inconsciente. Freud chamou essa função de "Superego". O que é superego para o II circuito é chamado Ethos para o IV, e se relaciona com o conjunto de regras sociais tácitas que uma dada comunidade possui. O Direito, por exemplo, é obviamente uma função paternal aplicada à sociedade. Por isso a sociedade ocidental moderna é chamada de "patriarcado", embora nenhuma sociedade matriarcal efetiva tenha sido encontrada por antropólogos. A mudança básica do nomadismo para a criação de aldeias e cidades foi acompanhada pela mudança de paradigma religioso da Deusa para o Deus. E o monoteísmo é caracterizado pela solidificação de um Ethos. Observe o Ethos judaico, que sobrevive onde quer que esteja [o vírus - sistema de crença - judaico mutou de forma extremamente vantajosa quando adquiriu a capacidade de infectar outras raças; o cristianismo além disso incorpora uma rotina de auto-reprodução proselitista].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biologicamente podemos dizer que o Pai do II circuito tem uma estreita ligação com os animais chifrudos e suas disputas por terras e fêmeas. Ou, trocando mamífero por civilizado: Ethos e Genes. Os que tem o MEU sangue e MINHA tradição são meus, os outros MORRAM. Basicamente defesa de território com excrementos. Esses chifres deixam de se relacionar com o tribal e passam a se relacionar com o individual no VI circuito, onde o indivíduo não é mais mamífero, de certa forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os advogados os militares e os políticos nascem aqui. Eles tem a função "social" de marcar os limites com tinta no papel e armas, ou de regular internamente o território. Eles cagam nos que podem retirar os alimentos e fêmeas deles. Uma função da maior importância para mamíferos inferiores [o autor se desculpa por ser tendencioso e boceja].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pais dão exemplo, não seguir o exemplo do Pai é ser reprovado pela mãe: culpa. Portanto a chave para o crescimento para o III circuito é ter chifres maiores que os do pai e roubar a terra e as fêmeas de todos. Muito espertamente, a culpa por uma relação incestuosa é incutida rapidamente pelos pais, enquanto a terra é protegida pelos excrementos dos advogados. Mas tudo isso só acontece porque dois machos com pouca terra e poucas mulheres sempre disputam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sempre perde, é a natureza do II circuito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - O circuito emocional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No almoço, os atores macacos se separavam, já que suas maquiagens os limitavam a alimentos líquidos ingeridos por um canudo. Mas além disso, eles se auto-segregavam por espécies: gorilas numa mesa, chimpanzés em outra, e orangotangos em ainda uma terceira. Deixo para os antropólogos explicarem isto."&lt;br /&gt;Charlton Heston, sobre as filmagens de Planeta dos Macacos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engatinhar e explorar o mundo são as características pelas quais passa qualquer homem quando sai de seu estado de bebê e se torna um mamífero cheio de exigências políticas dentro de uma família. O segundo circuito se refere a esse mamífero, o homem enquanto criança exigente e político familiar. É o circuito da novela, da chantagem emocional, da culpa e recompensa, da "analidade" freudiana, do ciúme, da insegurança, da possessividade, do carisma, da popularidade e da autoridade. O xamã neste circuito trabalha com aconselhamento ou manipulação emocional, ele é o psicólogo, o padre no confessionário, a fofoqueira e o malandro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O xamã neste circuito deve saber usar a voz da autoridade, tendo sempre autoconfiança inabalável, ou pelo menos a aparência desta. Deve agir sempre como um pai: dando diretrizes, indicando saídas, aconselhando. Por outro lado, deve saber impor medo, manipular sentimentos de culpa/recompensa e ordenar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carisma é essencial para um xamã neste circuito, a pessoa deve se sentir tentada a imitá-lo logo nos primeiros contatos. Ele é um modelo, ele é o líder, o que "gostaríamos de ser quando crescermos". As técnicas de segundo circuito são empregadas por um xamã para provocar repulsa, medo, indignação, raiva. Isso é aplicado de forma que ela perca a dependência e o apego aos bloqueios comuns deste circuito, ou se especificamente lhe aprouver, de forma a criar uma relação morna sentimental baseada na chantagem emocional. Pode prender a pessoa para fins de outros circuitos, como por exemplo no IV, mantendo aparências num casamento com alguém extremamente dependente, e ao mesmo tempo tendo uma concubina. O exemplo do xamã de II circuito é uma pessoa comum de IV ou III, e portanto sujeita ao tipo de manipulação de um xamã de circuito superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aperfeiçoamento do xamã deste circuito se dá com conhecimentos de psicologia, motivações e observação atenta de comportamentos, embora o cultivo de um físico forte também auxilie. A auto-estima obtida com um primeiro circuito bem sucedido, de ter tido segurança até ser belo, é essencial para impor uma imagem modelo, alguém de quem você não ousa discordar, e de quem acaba acatando passivamente as ordens/conselhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A droga que leva você ao II circuito é o álcool, ele dá segurança nas primeiras doses, e o transforma num bobalhão emotivo em altas doses. Isso o deixa ocê susceptível tanto a ataques de "ódio", o caso clássico do marido bêbado que bate na mulher, quanto a ataques de "amor", o bêbado chato e grudento que fica te abraçando e dizendo o quanto é teu amigo. Veja bem, a droga relacionada ao circuito não o transforma em um xamã, mas lhe dá a experiência típica de uma pessoa naquele circuito. Assim, para um xamã de VI circuito, por exemplo, o álcool só é útil e válido para "estudo de campo", ou seja, para experimentar ele mesmo o que um sujeito de II sente normalmente. Porém a um sujeito tipicamente centrado no I circuito, em depressão profunda, por exemplo, a experiência com o álcool pode ser extremamente perigosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estereótipo da pessoa presa neste circuito gosta de novela, música romântica ou pop rock, e elogios melosos. Não é de se estranhar que se ouça tantas reclamações sobre este tipo comum de pessoa do outro tipo de pessoa mais comum, a de III circuito, lógica e bitolada em pensamento binário/linear/euclidiano, como veremos a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem a capacidade de controlar as emoções do II circuito a auto-análise e a metaprogramação do VI ficam comprometidas. Por exemplo, sem manter uma frieza relativa a pessoa não consegue ver o mundo da maneira que outra pessoa o vê. O controle do II circuito poderia ser chamado de "imparcialidade", o que ajuda a quebrar as barreiras de III e IV para a visão da multidimensionalidade relativística do VII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - O circuito intelectual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O homem é um fetichista. Sem seu fetiche, a mulher tornará a engoli-lo."&lt;br /&gt;Camille Paglia, Personas Sexuais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capacidade de abstração, uso de símbolos. Esse é o primeiro circuito que podemos chamar de "humano", já que o II é compartilhado por todos os mamíferos e pela maioria dos vertebrados, e o I por todos os seres vivos. Destreza manual e capacidade de comunicação simbólico/abstrata são características básicas deste circuito. São as pessoas letradas de nossa sociedade, os intelectuais no sentido estrito. Pessoas centralizadas nesse circuito tendem a ser obsessivas ou pelo menos muito ativas. Elas separam as coisas e as interpretam e estudam paulatinamente seus meandros, elas dissecam a realidade. Elas são a base da curiosidade, do aprendizado e da estrutura educacional como um todo. O xamã neste circuito é um mestre no uso da palavra, na classificação das coisas e da exposição das idéias com clareza e síntese. Ele domina boa parte do conhecimento estabelecido e pode criar sistemas dogmáticos e esquemas de classificação próprios, embora não possa entender as realidades-túnel de um xamã de VI ou VII circuito, e portanto não seja capaz de criar universos conceituais sem acreditar neles. O xamã de VII circuito é adogmático, não professa fé específica, pula através dos sistemas de crenças, um de III está preso aos trilhos de sua educação formal. Professores e pessoas que produzem [no sentido de inventar] conhecimento são os xamãs do III circuito, e já são bastante raros em comparação aos de I e II circuitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este xamã deve conhecer retórica, línguas, matemática, lógica, informática e teoria da informação - embora de certa forma, para fins profissionais a maioria se especialize em alguma das áreas. Erudição é essencial, mas não basta. A produção intelectual se deve a fatores de estabilidade/bloqueio do II circuito, e é característica dos estados maníacos obsessivos - "brainstorm" - onde nada pode continuar antes do cérebro sobrecarregado expelir símbolos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As técnicas de III circuito são utilizadas para argumentação eficaz, ou seja, imposição dogmática, que para uma pessoa de IV circuito envolve moral, e para uma pessoa de VI envolve paradoxo e não-linearidade. Uma pessoa de VII circuito que tenha um III bem desenvolvido acaba um fantástico sofista. Faz malabarismos com os milhares de sistemas dogmáticos e conceitos que aprendeu enquanto sujeito bem sucedido de III circuito, e pode levar pessoas muito presas nesse mesmo circuito a romper os sistemas dogmáticos, seja caindo para o segundo, via raiva ou admiração, ou indo para o IV, justificando a atitude com um pragmatismo pé-no-chão. Em ambos os casos, o xamã de III circuito consegue o que quer, sacudir, ajudar ou prejudicar o sujeito envolvido - o que não necessariamente se relaciona diretamente ao subir e descer dos circuitos, e sim à vontade do xamã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sujeito fracassado nesse circuito é alguém culto mas um tanto teimoso, alguém que pode ser inteligente, mas isso acaba sendo um fardo, que acaba com a vida pessoal do IV circuito, dos relacionamentos, ou que tolhe o livre fluir do II circuito, transformando a pessoa numa espécie de máquina anti-social, ou ainda, que auxilia algum fanatismo moral de IV circuito mal resolvido. Dão ótimos trabalhadores, e são o que as ideologias presentes da religião e da TV buscam formar, e de certa forma valorizam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aperfeiçoamento do xamã deste circuito envolve habilidades de leitura e escrita acima do normal, rapidez de aprendizado, utilização absoluta dos meios de comunicação, principalmente os que o colocam em situação ativa, como o computador. Conhecimentos de semântica, semiótica, filosofia geral, e uma boa base científica são outras facas a afiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espírito crítico é talvez o ponto mais importante do circuito, e se desenvolve a partir de uma rebeldia ativa quanto as atitudes dos pais, e figuras de autoridade em geral e de professores e escritores em específico. Essas pessoas geralmente estão centradas no segundo circuito e em são consumidores passivos das informações dos xamãs de III circuito mais influentes. Esta rebeldia só é possível com a superação dos mecanismos de culpa/recompensa do II circuito - estabilidade emocional - que só é possível com uma boa auto-estima gerada por um I circuito bem estabelecido -segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estimulantes em geral levam ao segundo circuito. Os suaves, como o café, ampliam a capacidade de concentração e cocaína e anfetaminas intensificam o estado maníaco e em geral produzem uma atividade intelectual maior. Estas substâncias também ampliam o egocentrismo e os diálogos internos - idéias que passam pela cabeça em fluido método dialético. Isso aumenta a possibilidade de produção intelectual, embora não permita o estudo metódico. Pessoas centradas no segundo circuito se sentem muito beneficiadas pela auto-estima automática que recebem destas substâncias, e acabam levadas pelo abuso. Este é em geral perigoso: overdose no caso da cocaína, dependência no caso das anfetaminas, ou no caso do café, úlcera, irritação, dor de cabeça, mau hálito e dependência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anfetaminas também estão sendo utilizadas para reabilitar pacientes em depressão profunda que ficam em um quarto escuro apenas comendo e excretando, ou seja, que regrediram a um útero de I circuito. Xamãs de circuitos superiores utilizam estas drogas muito raramente, pois são perigosas exatamente por darem uma falsa sensação de poder, e em geral colocarem os não-lineares "Gatos de Schrödinger" em labirintos paranóicos de conceitos fechados em si mesmos e dogmas circulares, argumentações dialéticas interiores intermináveis, além de não serem em absoluto drogas sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tagarela, o nerd, o CDF, o espertalhão, o chato científico, são os estereótipos deste circuito, o verdadeiro erudito, com uma curiosidade imensa, e um senso dialético interiorizado, é o sujeito bem sucedido neste circuito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem a capacidade lógico/simbólica deste circuito são impossíveis os sistemas fractais de informação e conhecimento que se formam no VII circuito. O III circuito é o plano cartesiano onde a grade de infinitos fractais relativísticos e paradoxos multidimensionais do VII circuito se assentam. O que é uma escolha de um dogma ou sistema de conceitos no III circuito é a escolha de um universo no VII. O mapeamento cartesiano do universo do III circuito permite o mapeamento fractal do VII. Este conhecimento sistemático e crítica dialética ajudam também o autoconhecimento necessário para a metaprogramação do VI circuito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV - O circuito social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Egito, ao criar um Estado, criou a beleza."&lt;br /&gt;Camille Paglia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Civilização é somente uma falha temporária da entropia."&lt;br /&gt;Christine Nelson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Civilização é a distância que o homem colocou entre si e seus excrementos."&lt;br /&gt;Brian Aldiss&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não existem fenômenos morais, somente interpretação moral dos fenômenos."&lt;br /&gt;Nietzsche, Além do bem e do mal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A loucura é rara em indivíduos - mas em grupos, partidos, nações e eras é a regra."&lt;br /&gt;Nietzsche, Além do bem e do mal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A sociedade existe somente como um conceito mental; no mundo real existem apenas indivíduos."&lt;br /&gt;Charley Reese&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capacidade de encontrar um parceiro sexual, relacionamentos, vida em sociedade, aglomerados tribais, cidades e a aldeia global são manifestações típicas de IV circuito. Ele é impresso nas primeiras relações sexuais. Todo o adulto alcança experiências de até IV circuito e o orgasmo é a experiência mais intensa possível nos quatro circuitos terrestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A formação de tribos onde o conhecimento é passado através das gerações é a função do quarto circuito. Assim, da unidade familiar até o patriotismo, passando por formação de gangues, sistemas étnicos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando alguém é racista, está separando o estranho pela cor, língua, costumes, vestimentas, etc. Se for dominado por paixões típicas de segundo circuito vai partir para uma represália como a discriminação. A coisa não precisa ir para o racismo - que é uma manifestação rude e simplória de um ethos doente e fundamentalista - pode se tratar inclusive de uma questão de gosto (I circuito) ou ideologia (III circuito). Partir para a reprimenda (II circuito) porque não se gosta da música do outro, ou das idéias do outro, ou da cara do outro é atingir o IV circuito de maneira tacanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas centradas neste circuito são poderosas e respeitáveis, sendo geralmente idosas. O estereótipo mais comum é o casal respeitável e núcleo de família. Geralmente conservadores, cheios de ritual e etiqueta, normas tácitas, dissimulação, elogios vazios. Cheios de autoridade fria, como a de um senhor para um servo, não como a de um pai para um filho do II circuito. O xamã do circuito é o líder político, o senhor das boas maneiras e da civilidade ou o padre, é o líder moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O xamã deste circuito deve entender dos jogos morais e ser um diplomata absoluto. Deve ser uma pessoa graciosa com a autoridade baseada no próprio exemplo, não o exemplo carismático do II circuito, e sim um moral, ou de poder financeiro. Os circuitos baixos devem olhar para ele e ter seu ideal de vida estabelecida como quase inatingível, mas extremamente desejável, da exata mesma forma que o servo deveria olhar para o senhor feudal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe droga específica para o IV circuito, mas se poderia pensar nos hormônios, ou em algum possível afrodisíaco, pois a característica sexual é a base do circuito, assim ele é condenado pelas feministas como "falicismo" ou "patriarcado". O poder masculino deste circuito é contrabalançado pelo poder feminino do V, da mesma forma que o feminino I é equilibrado pelo VIII. A figura representa uma lemniscata imaginária na figura do yin-yang. Note os workaholics masculinos de III e IV circuito sendo "explorados" com as compras de roupas, cosméticos, viagens, diversões em geral que apenas suas esposas de V circuito conseguem usufruir. Perceba também que esta característica de papéis sexuais definidos está desaparecendo com a paulatina transição de IV para V circuito que nossa civilização como um todo atravessa agora, o que indica desde a repentina insurgência do poder das feministas (IV circuito encaminhando-se para V) até a bissexualidade e o epicenismo nos papéis sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fracassados neste circuito são os homens poderosos em geral, que não tem tempo para si. Este é o típico estereótipo do ganancioso, o velho rabugento, que jamais compreenderá o prazer corporal do V circuito, e ignora o prazer passivo no útero do I. Estas pessoas muitas vezes descontam suas frustrações nas pessoas abaixo delas, e assim aparecem como o chefe autoritário, o ditador, ou mesmo o manda-chuva que não está nem um pouco atento as necessidades de seus subordinados, e sim as necessidades de algum princípio moral ou mesmo amoral preexistente (geralmente fixado por falha intelectual de terceiro circuito, ou seja, dificuldade de contestar valores preestabelecidos). Eles colocam os centrados no III circuito para trabalhar, segundo seus próprios princípios, e abominam a irreverência e a juventude rebelde dos de V circuito, que são quem põe em prática os valores contestados no III circuito. Interessantemente, outro arquétipo comum ao circuito é o do "velho broxa", ou seja, o sujeito que disponibiliza toda sua libido para o trabalho na liderança/domínio de outros. Obviamente ele não conhece as experiências sexuais de V circuito que podem elevá-lo a um VI ou VII circuito, onde com suass pendências de III circuito ele seria realmente um ditador muito poderoso. Isso acontece de tempos em tempos, e creio que Hitler é um exemplo deste tipo de "xamã do mal", uma pessoa que chega a um VI circuito e que tem problemas do I ao V, e geralmente se fixa na imagem conhecida do poder, que é o IV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moral é a primeira criação (imposição aos outros) de realidade conceptual própria: desta forma ela é a chave do circuito. Assim o xamã de IV circuito estabelece o que é o "Bem" e o que é o "mal" ("Genealogia da Moral" de Nietzsche), e suas habilidades são um misto de figura paternal de II circuito com o intelecto agudo do III. O xamã neste circuito deve desenvolver plena independência econômica que o permita tempo livre no trabalho com si mesmo. Sua palavra deve se tornar lei para seus subordinados, e para isto paradoxalmente é necessário que ele seja justo, ou aparentemente justo, de forma a não ser contestado pelos sujeitos bem sucedidos de III circuito. Respeito é a ferramenta do xamã de IV circuito, ele a obtêm com a auto-estima da segurança do I, com o status que o carisma da emoção balanceada do II permite, e com certeza da retórica impecável do III [enquanto ela permanece possível].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existem drogas específicas de IV circuito, mas a testosterona, o hormônio masculino poderia ser considerado como o detonador de toda a agressividade e audácia necessárias para manter o poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor respeitável e bem humorado, que sorri beatífico perante as "baboseiras" criativas do V circuito, e que participa com elegância de uma discussão de III é o estereótipo de um sujeito que foi bem sucedido no IV circuito, ele é ouvido e levado a sério. Ele é moralmente "correto" (i.e., coerente consigo mesmo), e repassa seu sistema moral adiante ("função social").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem a capacidade de vida em sociedade deste circuito, o xamã não consegue romper o véu entre o VII e o VIII circuito, já que se não tem a capacidade de se projetar a vontade nas outras pessoas, para entender suas motivações e seus desejos (o correspondente Cristão de "não fazer nada ao próximo que não gostaria que fizestem a si"), não vai conseguir se projetar na realidade, se unificar com o cosmo, no VIII circuito. Se ele não for capaz de desenhar seu próprio sistema moral nunca conseguirá romper o véu que separa o IV do V circuito, coisa que exige o espírito crítico do III, e nunca conseguirá uma experiência mais intensa do que um orgasmo, ou seja, um êxtase místico: um orgasmo no tempo (V circuito, práticas tântricas de prazer prolongado, Sabbats), um orgasmo no espaço (VI circuito, magia cerimonial, "projeção astral"), um orgasmo na realidade (VII circuito, taoísmo, samadi) e um orgasmo no vácuo, (VIII circuito, nirvana no budismo, morte no sentido mais amplo). Mas é claro que estou usando a palavra "orgasmo" apenas para dar uma idéia das experiências de pico dos Gatos de Schrödinger, já que os conceitos nestes circuitos são de difícil assimilação pelos Cães de Pavlov.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V - O circuito hedônico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Vida não pode sucumbir no torniquete da Consciência. A vida explode sempre no mais além. Abaixo as Faculdades e que triunfem os maconheiros. É preciso não ter medo de deixar irromper a nossa Alma Fecal."&lt;br /&gt;Roberto Piva, Bules, Bílis e Bolas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Para os outros espero por mais altos, mais fortes, mais triunfantes, mais alegres, sendo assim por serem erigidos em corpo e alma: leões risonhos virão."&lt;br /&gt;Nietzsche&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Você não pode prestar atenção ao que os outros dizem, quando sabe que vai morrer, ou quando sabe que vai amar. Você tem que esquecer todas estas coisas. Você tem que prosseguir e ser louco. A loucura é como o paraíso."&lt;br /&gt;Jimi Hendrix&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mulheres que querem ser iguais aos homens são pouco ambiciosas."&lt;br /&gt;Timothy Leary&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O V circuito é o primeiro circuito dito "extraterrestre", porque em um grau evolutivo com relação a nossa civilização, seria nele que nós iríamos explorar o espaço, e estabelecer colônias. Nele vencemos a força que nos prende a terra, a gravidade, mesmo que na forma de esportes radicais ou ficar "chapado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste circuito o prazer vai além da experiência de pico dos outros quatro circuitos, ele ultrapassa o orgasmo genital. A metáfora da religião oriental para isso é primeira elevação da Kundalini, a serpente que habita a base da espinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas do quinto circuito são leves e expressivas, bem humoradas e criativas. E todas tem um certo nível de rebeldia, porque em geral não dominam completamente o IV circuito, que é um circuito especialmente difícil na sociedade atual. No mesmo período em que os EUA começavam a explorar o espaço, nós víamos um movimento deste tipo de pessoa, um bando de gente inocente, idealista e alegre: os hippies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato a guerra do Vietnã foi uma metáfora clara do que estava acontecendo: os Cães de Pavlov pegavam nas suas armas para defender seu território [território, Ethos e auto-estima era o que defendiam, encobrindo sobre o inimigo "comunismo" o seu medo mamífero] com excrementos, como por exemplo o napalm, e os Gatos de Schrödinger pegavam em suas guitarras, defendendo sua mutação, berrando em acordes distorcidos a defesa da juventude americana. A revolução da juventude, que começou com o movimento romântico no século passado alcança dimensões épicas durante esse período: a primeira geração que nasceu com a TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A década de 60 marcou o início da transição da humanidade como um todo dos mecanismos de condicionamento, culpa/recompensa, dos Cães para os mecanismos de prazer dos Gatos. A revolução sexual, a pílula, as drogas e o rock'n'roll foram a origem da maior revolução cultural que o mundo já presenciou, a vida deixou de ser apenas trabalho, agora até a pessoa mais pobre tinha realidades quânticas em suas casas (rádio, TV), discos eram baratos, todos liam e livros eram acessíveis e havia algum tempo para esse tipo de atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso pode parecer pouco, do ponto de vista exigente de hoje. Mas imagine um camponês medieval: o maior "show de rock", "espetáculo de luzes" que ele viu foi quando se deslocou para a cidade grande de sua região para presenciar uma missa na catedral, magnífica, maior que uma montanha, com padres vestidos em roupas "malucas" e incensos cheirosos, e música! Imagine ele comentando com os amigos na volta, em meio ao estrume das vacas e ao trabalho árduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras culturas a chegarem ao V circuito foram aquelas que mantinham uma elite de pessoas que podiam se dedicar ao prazer. As primeiras pessoas que alcançaram o V circuito foram os xamãs que eram alimentados pela tribo, e ficavam pesquisando coisas como ervas e maneiras mais intensas de se fazer sexo. Os três elementos do V circuito são arte, sexo e drogas. Especialmente "música, tantra e maconha", ou modernamente: "raves, tantra e ecstasy", ou, mais estereotipadamente, "sexo, drogas e rock'n'roll".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os xamãs neste circuito devem fazer arte e sexo como semideuses. Devem conseguir colocar as pessoas em êxtase completo, causar catarse, loucura primaveril e gargalhadas saltitantes. Devem saber usar as drogas psicotrópicas, principalmente maconha, e agir como catalisadores de uma experiência gratificante e que não leve ao abuso que é muito comum entre pessoas de V circuito, inclusive as de circuitos inferiores, como álcool ou cocaína. Estas drogas devem ser evitadas pelos Gatos que já superaram os respectivos circuitos delas (II e III).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas fracassadas neste circuito são bastante comuns. São conhecidas como "viciados" ou "maluquetes", e na verdade podem estar centralizadas em qualquer dos circuitos superiores, ou mais freqüentemente, em algum dos abismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa bem sucedida neste circuito brilha tanto que geralmente é famosa, ou muito popular. Os artistas bem sucedidos e os profissionais da criatividade e do sexo em geral participam deste circuito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se surpreenda com o fato da prostituição estar no V circuito, ela se refere apenas as prostitutas que estão felizes com o que fazem, existem muitas, e acabam se tornando engenheiras tântricas e xamãs de V circuito, proporcionando muito mais do que o prazer reprodutivo que a esposa de II circuito de um determinado sujeito possa causar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este circuito também está muito relacionado com a homossexualidade, e sempre existe uma confusão de papéis sexuais neste circuito, mesmo que não levem a pessoa a ser homossexual. Homossexuais masculinos assumidos especialmente tem uma facilidade grande de cruzar o abismo e se tornarem Gatos de Schrödinger do V circuito. Já sofrendo a perseguição dos cães de qualquer forma. E, por outro lado, qualquer forma de sexo que não vise a reprodução é simplesmente uma maneira de ativar experiências de V circuito. Isso inclui a abstinência, que é uma maneira de perverter a energia sexual tão válida quanto felação, por exemplo. Esse fato a Igreja sempre conheceu muito bem, e a proibição de substâncias psicotrópicas (que vem da Igreja), e do sexo com fins não reprodutivos tem uma função bem simples: proteger os Sacerdotes Lobo-mau de Pavlov de um possível conflito com os Leões orgiásticos de Schrödinger. Por outro lado as práticas cenobitas de flagelo, o ascetismo, enflamar-se em oração, todas são técnicas também válidas de elevação de consciência exatamente porque subvertem a energia sexual [ou a utilizam], e assim certas pessoas dentro do sistema cristão, geralmente os chamados de "Santos", conseguiram acionar V, VI e VII circuitos dentro de seu sistema de crenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem o êxtase da passividade do I circuito é impossível a experiência do V circuito, e isso as mulheres conhecem muito bem, e a transição de IV para o V circuito marca também a possibilidade do orgasmo feminino. Por isto mulheres independentes, que vivenciam menos o seu lado mãe do que seu lado prostituta, são mais capazes deste tipo de experiência. Por outro lado, o sacrifício é um elemento essencial do salto de VII para VIII circuito, e ele acontece pelo parto na mulher, e pela ejaculação, no homem. O homem após ejacular é o bebê do I circuito de novo, a mulher grávida é um grifo perfeito do VIII circuito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI - O circuito psíquico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Oh, deixe o sol bater em meu rosto e estrelas preencherem meus sonhos. Viajo pelo tempo e pelo espaço, para estar onde estive, sentar com anciões de uma raça nobre que este mundo raramente viu. Falam de dias pelos quais esperam sentados, tudo será revelado."&lt;br /&gt;Led Zeppelin, Kashmir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Trabalho com ouro, e ouro deve ser limpo com ácido."&lt;br /&gt;Aleister Crowley, Magick Without Tears&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Considero perturbadora sua falta de fé..."&lt;br /&gt;Darth Vader, antes de testar a "força" em subordinado, Star Wars&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ô ô, seu moço do disco voador, me leve com você pra onde você for... Não me deixe aqui enquanto eu sei que tem tanta estrela por aí..."&lt;br /&gt;Raul Seixas, S.O.S. do álbum Gita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltemos ao gatinho preso em cima da árvore após a emocionante perseguição que sofreu dos Cães de Pavlov.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele mia, anda de um lado para o outro: "que farei? Que farei?", e começa a anoitecer. Está com fome e começa a se desesperar. Quer tudo de volta, quer tomar seu leite, brincar, explorar o mundo e copular loucamente, mas está preso em cima desta maldita árvore. "Até que a vista não é má, confere uma certa sensação de superioridade". Ele se sente maior até que os deuses, digo, homens [de fato, alguns bichanos vivem melhor do que homens, se considerarmos estes de algum país africano e aqueles de Manhattan, por exemplo; daí se vê que a causalidade, o carma, sendo caótica, conta mais do que ser primata; por outro lado simplesmente não me parece justo com os Gatos, ou com mendigos e Budas, afirmar isto; talvez a idéia do carma seja limitada enquanto contar numa interpretação humana ou pessoal, das possibilidades cósmicas do Caos].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma eternidade passa e o bichano começa a ficar realmente irritado, e em seu desespero, berra o mais alto que pode, clama por ajuda e xinga a vida enquanto a barriga ronca. É muito alto para pular, está com muito medo, não sabe que existem gatos que sobreviveram ao pular de alturas muito maiores, e tampouco sabe que alguns já morreram ao pular da mesma altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vertigens começam, e o Gato não é mais um ser cheio de aspirações a completar, leite a tomar, rolos de lã, terrenos baldios e fêmeas no cio a conhecer, é apenas um fiapo miserável de gato desesperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um segundo ele se torna Uno com a Vontade, e é salvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias depois, andando calmamente pela rua nosso Gato de V circuito começa a pensar no que aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele conseguiu chamar a atenção daquela velha senhora que morava ao lado da árvore, e ela chamou ajuda para retirá-lo da árvore. "Que seres magníficos, esses humanos! Incompreensíveis, mas magníficos." E ele continua vivendo sua vidinha, tomando seu leite, brincando com sua lã e traçando as gatinhas no terreno baldio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um belo dia um pensamento esquisito aparece em sua cabeça. "Eu podia ter pulado!", e esta é a primeira experiência de VI circuito que ele tem. Ele soube neste instante que não havia diferença entre esperar ajuda e saltar, algo teria que ser feito de qualquer maneira. Ele fica curioso sobre os homens pela primeira vez. "Alguns gatos dizem que foram Eles que construíram estas casas e este asfalto, imagine!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir deste dia ele decide usar todas suas sete vidas para subir a escada de Jacó. Resolve também conviver mais com os deuses, para saber como é ser um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O VI circuito permite metáforas como essas, permite a metáfora do homem como deus, e vice-versa. Um homem no VI circuito não vê mais uma realidade, ele percebe que tudo que ele sente não passa de uma metáfora, e acaba conseguindo o domínio sobre as metáforas, quando finalmente transita para o VII circuito. Artistas realmente inspirados alcançam o VI circuito, e se dizem dominados por "musas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os triângulos enlaçados da Estrela de Davi demonstram essa interligação do humano com o divino, ou do real com o ideal - do homem com o super-homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O entendimento deste circuito se processa quando tudo "faz sentido", porque a pessoa consegue entender a conexão de todas as coisas. Os métodos adivinhatórios se baseiam nisso, e uma cartomante comum, geralmente centrada num II circuito, alcança uma experiência de pico de VI circuito quando faz qualquer tipo de adivinhação. Uma pessoa neste circuito tem a sincronicidade como tão comum que não precisa de instrumentos adivinhatórios para prever algo: rostos de pessoas na rua, sons, bolas de cristal, Tarô, formigas, o vento e qualquer fenômeno caótico e imprevisível pode servir para acionar um processo fractal inconsciente, que dá uma resposta com uma precisão razoável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o xamã neste circuito é um patife. Ele prende gatinhos em árvores só para ensinar belas lições para eles. Assusta, corrompe, engana, distorce, cria realidades conceituais inteiras, apenas para sacudir os Cães e Gatos acomodados em seus circuitos. Geralmente são conhecidíssimos exatamente por serem palhaços, loucos, cafajestes, criaturas perigosas, satanistas ou abobrinhas puras. Eles são tudo isso, dependendo tão somente do circuito do observador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Técnicas de magia cerimonial tais como "Conhecimento e Conversação com o Sagrado Anjo Guardião", do Livro de Magia Sagrada de Abramelin, o Mago, são técnicas válidas, mas ultrapassadas, de forçar uma impressão de VI circuito. Do lado cético podemos centralizar essas técnicas na obtenção do "Samadi", um alto estado místico plenamente documentado por estudos neurológicos. O êxtase da experiência deste circuito é como uma serpente apertando o coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impossível sofrer uma impressão de VI circuito sem um estado emocional estável, a desestruturação pode levar a estados depressivos profundos, um retorno ao primeiro circuito, mas mais normalmente a algum abismo. É isso que acontece com as pessoas que têm surtos psicóticos quando ingerem alucinógenos, as drogas específicas deste circuito. Grandes doses de maconha, doses convencionais de mescalina, psilocibina e pequenas doses de LSD provocam impressões de VI (o entendimento da multirealidade) e ocasionalmente VII circuito (o contato com os arquétipos). Estas drogas são letais para os deprimidos profundos de I circuito (por suicídio, essas drogas em si são fisiologicamente praticamente inócuas), muito assustadoras para os emocionalmente perturbados do II circuito, causadoras de confusão mental para os bitolados de III, reais detonadoras de rupturas catastróficas para os de IV, e apenas esquisitas demais para os de V. Seus resultados são absolutamente caóticos. Sem a orientação de um xamã de VII circuito, que consegue "dominar o espírito da substância" e orientar a experiência para o resultado desejado, elas naturalmente podem causar uma iniciação específica em algum circuito, ou na sombra do circuito, ou seja, o sujeito pode sofrer qualquer tipo de impressão. Essa técnica de terapia de choque é conhecida como "lavagem cerebral".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentido atual normalmente utilizado para a palavra "xamã" centraliza o termo numa pessoa bem sucedida de VI circuito e cruzando o abismo que separa o VI do VII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VII - O circuito mítico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Alguém perguntou: 'O que é seu caminho?'&lt;br /&gt;Puman respondeu: 'O que é agora?'"&lt;br /&gt;Ensinamento Zen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Amanhã nunca acontece, cara."&lt;br /&gt;Janis Joplin, Janis in Concert&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Diga olá para minha Mãe e meu Pai, a Terra e o espaço."&lt;br /&gt;Jimi Hendrix&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vamos recriar o mundo. O palácio da concepção está em chamas."&lt;br /&gt;Jim Morrison, Wilderness&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os vários 'outros mundos', com os quais os seres humanos erraticamente tomam contato são os muitos elementos da totalidade da consciência pertencente à Mente Como um Todo."&lt;br /&gt;Aldous Huxley, As Portas da Percepção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu fui vítima de uma série de acidentes, como somos todos nós."&lt;br /&gt;Kurt Vonnegut, The Sirens of Titan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É extremamente raro uma pessoa alcançar este circuito. Nele obtém-se o controle sobre a sincronicidade em si, e não só sobre a previsão desta. Isso faz da pessoa um arauto da evolução em si, um "mestre", como entendido pela teosofia, pela Golden Dawn ou por diversas outras ordens esotéricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certa forma todas as pessoas que alcançaram este circuito são um só ser, pois livres da personalidade, que mataram ao cruzar o abismo anterior, elas deveriam ser da mesma essência ou estarem unidas na grande obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visões, plano astral, experiências de "vidas passadas", são relativamente fáceis de obter, e são o tira-gosto da experiência de VII circuito. Como uma pessoa centrada num II ou III circuito pode facilmente obter estas experiências, ela normalmente vai usar os elementos conceituais de que é capaz, e vai descrevê-la com qualquer tipo de metáfora simpllória com que estiver acostumada: "espíritos", "extraterrestres", "arquétipos do inconsciente coletivo", "alucinações", etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas são tudo isso: são "extraterrestres" porque de certa forma estão muito além da gravidade, culpa/recompensa, comportamento territorial e mamífero, etc.; são "espíritos" porque no mínimo não são palpáveis, no sentido em que um estado de êxtase, uma alucinação, uma idéia, não é palpável; são "arquétipos", ou seja, são experiências universais que se repetem com padrões identificáveis; são "ilusão", já que não são uma realidade objetiva, que por sua vez provavelmente não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São ainda nós mesmos no futuro, quando rompermos o espaço-tempo, seja a nível da consciência, seja ao nível de dispositivos tecnológicos futuros improváveis: "maquinas do tempo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, são o que quisermos projetar, já que um processo neste nível envolve a realidade supra-conceptual, e não faz sentido enquadrar coisas deste tipo em qualquer categoria de pensamento. O VII circuito rompe o véu da manipulação da realidade. O xamã neste circuito cria realidades, da mesma forma que um xamã de III circuito cria conceitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pensamento fractal está sediado neste circuito, onde tudo é visto com a extrema complexidade que merece. A resposta sempre aparece quando abandonamos a pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa comum bem sucedida neste circuito geralmente alcança um status messiânico de alguma forma. Não é preciso dizer que para entender a realidade como uma pessoa de VII circuito entende, é preciso uma suprema capacidade conceptual de III, e sem essa é comum o aprisionamento em abobrinhas místicas/emocionais de II ou em pseudo-ciência ou ciência dogmática de III. Sem o IV circuito bem desenvolvido ela nunca vai conseguir impor autoridade perante massas e se tornar um verdadeiro Hierofante, sem o V não vai ter "energia" e postura corporal, sem o VI não vai ter compaixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este circuito é chamado de consciência neuro-genética, pois envolve de certa forma uma conspiração com nossos genes. Eles são outra metáfora para os Illuminati. São mestres de nossa fundação biológica, trabalhamos inconscientemente para eles durante todos os outros circuito. No VII "falamos" com eles, e somos intimados a colaborar em seus planos secretos de domínio do universo. Claro que isso é apenas a abobrinha biológica correspondente aos "espíritos" e "extraterrestres" dos mais "desinformados".&lt;br /&gt;VIII - O circuito espiritual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há sucesso."&lt;br /&gt;AL III, 69&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Assim acima como abaixo."&lt;br /&gt;Hermes Trimegistus, A tábua de esmeralda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hércules derrotou Cérbero. O Abismo foi conquistado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste circuito há pouco a falar, exceto que ele e o primeiro são o mesmo até que a Deusa se ponha a parir a ilusão da separação das coisas. O xamã neste circuito o bebê, o Bobo. Seu irmão gêmeo idoso permanece o olho velado no triângulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela profere o nome de Deus ao sair do útero do tempo, num berro terrível e obstinado, em meio ao sangue de uma mãe e a abóbada da outra, criando a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O universo é bem sucedido neste circuito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-991343248991204789?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/991343248991204789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/os-8-circuitos-cerebrais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/991343248991204789'/><link rel='self' 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alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340979925690953586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="color: rgb(255, 255, 255);" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;Os &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Sete            Princípios&lt;/span&gt; em que se baseia a Filosofia Hermética são os seguintes:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="color: rgb(255, 255, 255);" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;I – O princípio de            Mentalismo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="color: rgb(255, 255, 255);" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;II – O princípio de            Correspondência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="color: rgb(255, 255, 255);" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;III – O princípio de            Vibração&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="color: rgb(255, 255, 255);" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;IV – O princípio de            Polaridade&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="color: rgb(255, 255, 255);" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;V – O princípio de            Ritmo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="color: rgb(255, 255, 255);" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;VI – O princípio de            Causa e Efeito&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="color: rgb(255, 255, 255);" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;VII – O princípio de            Gênero&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a style="color: rgb(255, 255, 255);" href="http://www.4shared.com/account/file/108414457/3df8cfff/O_Caibalion.html"&gt;Download Ebook!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-3400067871151645318?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/3400067871151645318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/caibalion.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/3400067871151645318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/3400067871151645318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/caibalion.html' title='Caibalion'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_IUd6QOAH2KU/Sh748ddNL3I/AAAAAAAAAAk/cgv_F34cmL8/s72-c/blake_ancient_of_days.1794.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-3965203166617839391</id><published>2009-05-28T13:37:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T16:02:32.422-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ebooks'/><title type='text'>Universo Holográfico</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.4shared.com/file/108414321/9e95ea88/O_Universo_Hologrfico_-_Michael_Talbot.html?" target="_blank"&gt;Download Ebook! &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cGT8Xb7yI4o&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/cGT8Xb7yI4o&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/d9Ef-R6fYMw&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed 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value="http://www.youtube.com/v/8seAHJ6iY3Q&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/8seAHJ6iY3Q&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cultura é o Seu Sistema Operacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DVkNtx6Mi2A&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/DVkNtx6Mi2A&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experimento com os irmãos McKenna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FsvBcg6Uknc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/FsvBcg6Uknc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sonho Alquímico: Renascimento da Grande Obra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/agLnY_7KmMQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/agLnY_7KmMQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" 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href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/5461936860079705101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/timewavezero-terence-mckenna.html' title='Terence McKenna'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-1647447983665133219</id><published>2009-05-28T12:40:00.001-07:00</published><updated>2009-06-09T16:01:09.650-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videos'/><title type='text'>Nassim Haramein discursa sobre fisica Quantica</title><content type='html'>&lt;object height="385" width="450"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/p/F8D9855E3142147E&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/p/F8D9855E3142147E&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="385" width="480"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-1647447983665133219?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/1647447983665133219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/nassim-haramein-discursa-sobre-fisica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/1647447983665133219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/1647447983665133219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/nassim-haramein-discursa-sobre-fisica.html' title='Nassim Haramein discursa sobre fisica Quantica'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-3550717574928727345</id><published>2009-05-28T12:25:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T16:00:20.153-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><title type='text'>Chaos Pop Magick</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;PENSANDO SOBRE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Tudo o que você precisa para começar a paraticar magia é concentração, imaginação, habilidade de rir de si mesmo e aprender com os erros.Algumas pessoas gostam de se vestir como egípcios ou como monges para entrar no clima; Outros vestem máscaras animais ou fantasias de Barbarella.A função e o uso dessa parafernália é apenas como uma ajuda para a imaginação.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Qualquer coisa que você possa imaginar,qualquer coisa que você possa simbolizar,pode ser feito para provar mudanças mágicas em seu ambiente.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;PRIMEIROS PASSOS NO CAMINHO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Magia é fácil de fazer.Dúzias de livros com regras e manuais de instrução estão disponíveis na seção de ocultismo ou na de “mente,corpo e espírito” das mais modernas livrarias.Muitos dos manuais foram escritos quando um poderoso e vingativo aparato da natureza estava tentando suprimir todas as outras estradas para a Verdade que muitos deles estão geralmente tão altamente codificados e disfarçados através de sistemas simbólicos arcanos queque isso raramente valia a pensa ? exceto pela idéia de como outras pessoas usavam SEUS poderes imaginativos para interpretar contatos e comunicações não-físicas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Aleister Crowley - o Picasso mágico - escreveu isto e e eu não conseguiria dizer de forma melhor que a dele:&lt;br /&gt;"Neste livro, fala-se de Sephiroth &amp;amp; de Caminhos, de Espíritos &amp;amp; de Encantamentos, de Deuses, Esferas, Planos e muitas outras coisas que podem ou não existir.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;"É imaterial se existem ou não. Fazendo certas coisas, certos resultados acontecem; estudantes são seriamente avisados a não atribuir realidade objetiva ou validade filosófica a qualquer um deles?."&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Esta é a mais importante regra de todas e é por isso que começamos com ela.Assim que você continue a aprender e desenvolver seus própios psicocosmos e estilos de prática mágica,assim que encontrar estranhos, e estranhos habitantes de mundos infernais e mundos superiores,você irá retornar a estas palavras de sabedoria de novo e de novo com um novo entendimento a cada vez.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;COMO SER UM MÁGICO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Simples.Declare-se um mágico, aja como um mágico, pratique mágica diariamente.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Seja honesto sobre seu progresso, seus sucessos e falhas.Viajar com 500 cogumelos podem liberar seu esfíncter anal um pouco mas isto geralmente não lhe dará nenhum dos benefícios da mágica que estou discutindo aqui.Mágica se trata do que você pode trazer DE VOLTA dos Reinos Iluminados da Überconsciência.O mágico mergulha no Imenso Outro na busca de pistas, truques e tesouros que possa trazer para casa a fim de enriquecer a vida no mundo sólido.E se necessário, fingir ter feito isso.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;COMO SER MÁGICO 2&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Leia muitos livros para entrar no clima. Conversar sobre magia com não-mágicos é como conversar com virgens sobre transar.Ler sobre magia é como ler sobre sexo; Isso o deixaria excitado para a coisa real,mas não o deixaria perto de se divertir muito.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Ler dará um sentimento do que é merda e o que pode ser útilmente adaptado para seu estilo própio.Desenvolva discernimento.Não caia em cultos, paranóia ou complacência.Aprenda em quem acreditar e em quem evitar.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;COMO SER MÁGICO 3&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Feche os livros,pare de dar desculpas e COMECE.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;MAGIA CONSCIENTE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Magia consciente é um belo meio particular de ver e interagir com o mundo real. Eu experenciei isto como o que eu posso apenas descrever de ?clique mental?, um sentimento de absoluta certeza acompanhada de uma percentual mudança que fez transições do mundo real numênico, extraordinário sentimento de sonhos. Magia consciente é um meio de experimentar e interagir com o ambiente intensificadamente, de maneira significante, simular os efeitos de viagens de algumas drogas, o método ?paranóico/crítico? de Salvador Dali, experiências de quase morte, etc.Muitas latências precognitivas e telepáticas tornaram-se ativas durante períodos de magia consciente.Este é o estado em que folhas de chá são lidas, maldições são lançadas,gols são marcados, poemas escritos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Magia consciente pode ser praticada até que ela incorpore-se com e torne-se a consciência diária.Manter nestes níveis podem interferir em seu estilo de vida a menos que você tenha um que suporte longos períodos de rico pensamento associativo.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;EXPERIMENTO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Como um primeiro exercício em magia consciente gaste cinco minutos olhando para todas as coisas ao seu redor como se TODAS ELAS estivessem tentando contar-lhe alguma coisa muito importante. Como aquela lâmpada foi parar exatamente ali?Porque a vítima do assassinato no jornal tem o mesmo sobrenome diferente que têm o seu sogro?Porque o telefone tocou , justo naquele momento em que você estava pensando nele?O que é aquela mancha na parede da construção oposta?Como isto faz você se sentir?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Cinco minutos durante os quais verá que tudo é significante, tudo é luminoso e poderoso em significado, como os objetos vistos em sonhos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Vá!&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;EXPERIMENTO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Após o exercício anterior relaxe, vá para uma caminhada e interprete todas as coisas que você ver no caminho como uma mensagem do infinito para você. Olhe para padrões nos vôos doa pássaros. Faça sentenças oraculares das letras das placas dos carros. Olhe para o modo como as construções movem-se contra a linha do horizonte. Os barulhos nas ruas, vozes cortando-se repentinamente, a maioria comandos subliminares e pedidos. Ouça as entrelinhas. Ande tanto quanto você se sentir confortável.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Quanto mais sem rumo, mais você andará pelo beneficio da pura experiência, e mais longe magia consciente você estará imerso.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Magia consciente assemelha-se a estados de meditação para iluminação, transe pré-sono ? hipnagógico? ou atividade cerebral de ondas alfa.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;MAGIA APLICADA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;É sobre fazer coisas acontecerem e executar experimentos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Nestes esforços nós não precisamos saber COMO magia funciona, apenas que funciona. Nós provamos isto ao fazer os trabalhos, registrar os resultados e compartilhar nossas informações com outros magos.&lt;br /&gt;Magia teórica são todas as loucas idéias que você tem ao explicar as coisas que acontecem com você. Magia aplicada é o que faz elas acontecerem.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;REGISTRO DA MAGIA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre mantenha um diário de seus experimentos. É fácil se esquecer de coisas que você fez ou perder interessantes pequenas conecções e correspondências.Faça uma nota de tudo, do intento ao resultado.Faça uma nota das datas,tempo,meios,sucessos e falhas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Estude A SI MESMO da mesma forma que um caçador estuda a caça.Explore suas próprias fraquezas para criar mudanças desejadas em si mesmo.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;BANIMENTO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Banimento é a maneira de preparar um espaço para uso ritual. Há muitos elaborados rituais de banimento disponíveis, através de todo o espectro da pomposidade. Pense no banimento como instalar um software de proteção contra vírus. O banimento é um tipo de vacina contra infecções do Além.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Muitos banimentos têm a intenção de cercar o mago com um escudo impenetrável de vontade.Isto usualmente toma a forma de um conhecimento dos poderes elementais com os quatro pontos cardeais da bússola.Para alguns é algo como visualizar a si mesmo cercado e protegido por colunas de luz ou quatro anjos.Qualquer imagem de proteção servirá sejam elas espaço-naves, super-heróis,monges lutadores,qualquer coisa.Eu não me importo com nenhuma em particular e usualmente visualizo uma radiação borbulhante ao exterior de meu corpo em todo espaço ao seu redor,acima e a baixo,tanto quanto eu acredito que irei precisar.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Por que a necessidade de proteção?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Lembre-se que você pode estar abrindo alguma parte de si mesmo para um influxo de informação não-ordinário, aparentemente de ?Outras? fontes. Se você realiza magia prática cerimonial e quer invocar formas divinas ou espíritos (aguarde pelas continuações) essas coisas irão sem dúvida acontecer. Nossos fundamentos serão testados. Há sempre o perigo de obsessão e loucura. Assim que o trabalho com magia prosseguir, você será forçado a confrontar-se com seus mais profundos e escuros medos e desejos. É fácil tornar-se assustado, paranóico e estúpido.Permaneça fluído, não se apegue a nenhuma auto-imagem e mantenha seu sendo de humor sempre.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Banimentos lembra-nos de que não importa quantos deuses se converse, você continua tendo que pegar filas em bancos e estar hábil a cozinhar seu jantar e conversar com as pessoas sem assustá-los.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Quando você completa qualquer trabalho em magia, dê a si mesmo uma boa risada,uma boa refeição,uma boa transa,uma corrida ou qualquer coisa que conecte-o ao mundo real.Banimentos realizados após seu ritual é como terminar o trabalho com uma descompressão de volta ao mundo normal de direitos,de paradas de ônibus e satisfação profissional.O trabalho do mago não é para perder-se nos Outrosmundos, mas para trazer deles tesouros para todos usufruírem deles.&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;SIGILOS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;No estilo Pop Magic!, o sigilo é a primeira e a mais efetiva das arma no arsenal de qualquer mago moderno.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;A técnica dos sigilos foi reconceitualizada e modernizada por Austin Osman Spare no século 20 e popularizada pelos magos caotistas e o Temple of Psychic Youth durante os anos 80.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; Um sigilo é um símbolo carregado magicamente como este:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class="image-left" src="http://www.mortesubita.org/jack/magiadocaos/livros-caoticos/sig1.jpg" alt="sig1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;O sigilo pega um desejo ou intento mágico- vamos dizer, É MEU DESEJO VISITAR RWANDA (você pode é claro,colocar qualquer desejo que você queira) e dobre-o, criando um símbolo altamente carregado.O desejo é então esquecido.Apenas o símbolo resta e pode então ser carregado para máxima potência quando o mágico escolher.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Esquecer o desejo em sua forma verbal pode ser difícil se você começou muito ambiciosamente. Não há como carregar um sigilo para ganhar a loteria se você não comprar um bilhete. Comece com coisas em que não esteja tão emocionalmente envolvido. Eu normalmente faço sigilos para conhecer pessoas que estou interessado ou por qualidades particulares que eu necessito em dada situação. Eu também uso sigilos para saúde, para localizar objetos perdidos e por uma mudança massiva global. Eu venho os usando por vinte anos e eles SEMPRE deram certo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Para mim, o período entre lançar o sigilo e sua manifestação como um evento no mundo real é normalmente 3 dias, 3 semanas ou 3 meses dependendo das variáveis envolvidas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Sigilos SEMPRE dão certo. Se você encontrar quaisquer problemas para que funcionem para você, você deve estar fazendo errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então.Comece a transformar seu desejo em um símbolo com vibrações puras como estas:&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Primeiro remova as vogais e as letras repetidas para deixar um conjunto de consoantes - MDSJVTRWN.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Agora, comece a reduzir o conjunto, misturando ou combinando linhas e brincando com as letras até um restar um hieróglifo parecido aproximadamente com uma bruxa.Quando estiver satisfeito,está terminado,você pode ficar com algo parecido com este:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class="image-left" src="http://www.mortesubita.org/jack/magiadocaos/livros-caoticos/sig2.jpg" alt="sig2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Muitos sigilos feitos em casa parecem um pequeno fantasma ou alienígena ? como escrita UFO ou desenhos de bruxas.Não existem regras sobre como seu sigilo deve se parecer,contanto que ele FUNCIONE para você.APENAS RESULTADOS são importantes neste estágio.Se alguma coisa não estiver funcionando,tente algo mais.O ponto não é acreditar em magia, o ponto é fazer isto e ver os resultados.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Carregar e lançar seu sigilo é a parte divertida (É frequentemente recomendado que se faça um monte de sigilos e os carregue depois quando você já estiver esquecido o que eles representavam originalmente).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Agora, muitos de nós inicialmente encontram dificuldades para manter a precisa concentração zen como necessária para trabalhar magia em larga-escala.A concentração pode ser aprendida com tempo e melhorada.Mas, sigilos fazem isto lado a lado com anos de treinamento.Para carregar seu sigilo você deve se concentrar na figura,e deixar aquela forma em sua mente assim você evacua todos os outros pensamentos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Totalmente impossível,você poderia dizer, mas o corpo humano possui vários mecanismos para induzir breves estados ?em branco?.Jejum,girar,exaustão intensa,medo,sexo,efeito lutar ou morrer, todos fazem este truque.Eu já carreguei sigilos quando pulava bungee-jumping,deitado morrendo em uma cama de hospital,experimentando um eclipse solar total e dançando techno.Todos estes métodos provaram ser altamente efetivos,mas nada ,para os novatos, supera a&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;TÉCNICA BRONHA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;De qualquer forma, mastubação mágica é o mais divertido e igualmente mais sério que o secular balançar das mãos e tudo o que requer é isto: No momento do orgasmo, você deve ver a imagem de seu sigilo escolhido flamejando ante seus olhos e projetá-lo para dentro da etérea mídiaesfera e logoversos onde desejos abundam e condensam-se em carne.O sigilo pode ser escrito em papel,em sua mão ou seu peito.Na nuca de um amante ou onde quer que você pense que será mais efetivo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;No momento do orgasmo, a sua consciência “pisca”.Nesta “piscada”, neste abissal estalo na percepção, um sigilo pode ser lançado.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Masturbação é apenas UM de incontáveis métodos que você pode usar para levar seu estado mental a um ponto para o preciso segundo necessário que leva para carregar e lançar um sigilo.Sugiro masturbação pois eu sou um cara carinhoso,pois é conveniente e pois é muito divertido para a maioria de nós.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;De qualquer forma…não se muda o Universo simplesmente por se masturbar (conte ISSO para os milhões de espermatozóides lutando por suas vidas e o futuro da sua espécie dentro de um preservativo).Se isso fosse verdade, qualquer vaga fantasia que tivéssemos em nossas cabeças no momento do orgasmo tornariam-se reais em meses.Intenção é o que faz a diferença aqui.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Esqueça a masturbação por um momento se puder e relembre que o sigilo é a parte importante da magia realizada aqui.O momento do orgasmo irá limpar a sua mente, isto é tudo.Existem outras numerosas formas de limpar a sua mente e você pode usar qualquer uma delas.Dançar ou girar até a exaustão são muito efetivos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Meditação é efetivo mas leva anos para se aprender apropriadamente.Medo e choque são muito bons para se carregar sigilos, então você pode assistir um filme de terror e lançá-lo no momento em que a cabeça do heroí vem caindo pela escada até o colo de sua namorada.Uma corrida ao redor do quarteirão com um sigilo pode ser o suficiente para carregá-lo, então porque não experimentar?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Tente lançar seu sigilo enquanto estiver saltando de bungee-jump de uma ponte,ou talvez sentado nu no cemitério local ? noite.Ou dançar até cair.O importante é encontrar seu próprio melhor método para parar aquela conversa interna apenas o suficiente para lançar uma visualização feroz, um sigilo flamejante ultravioleta durante esse tempo.Estados de exaustão seguidos de QUALQUER despertar intenso ou privação são ideais.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;E se você experimentar e continuar tendo problemas com sigilos, tente alguns dos outros exercícios para iniciantes por um tempo.Eu conheci um punhado de pessoas que genuinamente me contaram não conseguir fazer sigilos funcionarem então talvez exista uns poucos de vocês que genuinamente terão problema com isto.Falta de sorte não significa que não há magia para você.Eu não consigo tirar “Twinkle Tinkle Little Star…” de um clarinete mas eu posso tocar guitarra o suficiente para escrever centenas de canções fabulosas.Se eu sou ruim com o clarinete e não vou a lugar nenhum, isso significa que não haja algo como música? Ou isto parece apenas indicar simplesmente que eu tenho aptidão para tocar guitarra que eu não consigo ver replicado usando um clarinete? Se quero fazer música eu uso o instrumento que me seja mais confortável e esteja mais acostumado.O mesmo é verdade para a prática mágica.Não se preocupe com isso.Não se trata de defender um sistema de crença, se trata de produzir resultados.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;USE APENAS O QUE FUNCIONA.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;SIGILOS: MANEJO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Algumas pessoas mantêm seus sigilos, manejando-os em um elemento apropriado ao intento mágico (eu já queimei,enterrei, dei descarga e lancei aos ventos, dependendo da forma como me sentia sobre eles. Sigilos-de-amor vão para a água - descarga abaixo, jogados em rios ou fervidos num caldeirão. Sigilos-de-guerra são queimados etc. Alguns de meus sigilos continuam á minha volta, pois decidi que eles são lentos e vale a pena mantê-los. Faça o que sentir ser o certo e produzir resultados).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;SIGILOS VIRAIS&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O sigilo viral também conhecido como MARCA ou LOGO não é de recente desenvolvimento (veja os Nazistas, décadas de 20 e 40,século 20), mas têm se tornado um fenômeno global inescapável nos anos recentes.Os nazistas forma os últimos pensadores da Era Imperial,eles mantiveram seu pensamento de dominação mundial tencionados sobre o ?inimigo? e tomar seu real estado.Se apenas dessem uma olhada para ver que a dominação global é apenas possível, utilizando-se dos métodos furtivos corporativos de ataque e combiná-los com seus incontestáveis sensos de design; os artistas rejeitados que engenheiraram o Terceiro Reich poderiam ter criado a primeira super marca global da história.Os Arcos Dourados do McDonald,o símbolo da Nike e o autógrafo da Virgin são todos sigilos virais corporativos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Sigilos corporativos são super reprodutores.Eles atacam o espaço imaginativo em branco.Eles invadem Red Square,eles infestam as estranhas ruas do Tibet,eles tornaram-se hairstyles.Eles reproduzem-se através de roupas,tornando pessoas em cartazes de anúncios.Eles são um poderoso desenvolvimento na história da magia de sigilos, a qual data do primeiro bisão pintado na primeira caverna.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;O logo ou marca, como qualquer sigilo,é uma condensação,um símbolo comprimido, invocando do mundo do desejo os intentos corporativos para representar.O logo é apenas o sinal visível da inteligência corporativa fervilhando por detrás dele.Walt Disney morreu a muito, mas seu sigilo,sua assinatura cartunesca persiste, carregando sua própia e vasto peso de significados, associações, nostalgia e sentido.Pessoas nascem e crescem para tornarem-se executivas da Disney, falando o jargão e o credo de uma entidade corporativa viva.Walt Disney, o homem, está morto e congelado (ou talvez seja apenas mais um mito popular de que ele esteja), mas Disney, a marca, a imersiva egrégora invisível corporativa persiste.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Entedidades corporativas são ótimas para se estudar e poder ensinar ao mago observador muito sobre o que elas realmente significam quando nós usamos a palavra “Magia”.Eles e outros fantasmas assim controlam nosso mundo de início do século 21.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;EXPERIMENTO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Pense com empenho sobre porque o espírito da Coca-Cola é mais forte do que o espírito da Pepsi (que grandioso complexo de idéias, desejos e deficiências tem o logo da Coca ao ter sucesso em condensar em duas palavras, duas cores, pegando o conceito de Novolíngua de “1984” de George Orwell para uma conclusão lógica?).Veja os hábitos dos grandes predadores corporativos do mundo como FOX, MICROSOFT ou AOL TIME WARNER.Monitore seus movimentos através do tempo, e observe seus hábitos alimentares e métodos de predação, monitore seus comportamentos repetidos e note como eles reagem a mudanças e inovação.Aprenda como imitá-los, roube suas estratégias de sucesso e use-as como suas.Crie sua própria companhia limitada ou corporação. É relativamente fácil de se fazer com alguma burocracia e um pouco de dinheiro (NT:Lembrem-se que isto foi escrito nos EUA).Crie sua própria marca, seu próprio logo e veja o quão rápido você pode fazer isso expandir e interagir com outras enteidades corporativas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Construa seu próprio deus e deixe-o livre.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;HYPERSIGILOS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;O “hypersigilo” ou “supersigilo” leva o sigilo além do conceito da imagem estática e incorpora elementos como caracterização, drama e plot. O hypersigilo é um sigilo extendido pela quarta dimensão.Minha série de quadrinhos Os Invisíveis foi um isgilo que durou 6 anos sob a forma de uma aventura do oculto consumindo e alegrando a minha vida durante o período de duração e execução.O hypersigilo é um método poderosamente imersivo e ? s vezes perigoso para alterar a realidade de acordo com a intenção.Os resultados podem ser extraordinariamente chocantes.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;EXPERIMENTO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Após tornar-se familar com o método tradicional de sigilo, veja se você consegue criar seu próprio hypersigilo. O hypersigilo pode tomar a forma de um poema, uma história, uma dança ou qualquer outra atividade artística que deseje tentar.Esta é uma tecnologia de desenvolvimento recente, então os parâmetros ainda devem serem explorados.Para isto é importante se tornar completamente aborvido no hypersigilo como manifestação; pois requer um elevado grau de absorção e concentração (o qual pode levar a obsessão ! Você pode sempre fazer um banimento no final) como muitos trabalhos de arte.O hypersigilo é um modelo dinâmico em miniatura do universo do mago, um holograma, microcosmo ou “boneco vodoo” o qual pode ser manipulado em tempo real para se produzir mudanças no ambiente macroscópico da vida real.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;COMO BATER PAPO COM DEUSES&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Aceite isto por um instante; Existem Grandes Idéias no mundo.Elas eram grandes que você nascesse e elas continuação após modelarmos elas.RAIVA é uma dessas Grandes Idéias, AMOR é outra.Então existirá MEDO e CULPA.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Logo…Para invocar um Deus, alguém teria apenas que se concentrar naquele Deus para excluir de todo e qualquer outro pensamento.Vamos dizer que você queira invocar a Grande Idéia COMUNICAÇÃO na forma do Deus Hermes, para ele lhe dar lábia.Hermes é a personificação Grega do pensamento rápido, arte, soletração e as qualidades que ele representa quando personificado por artistas clássicos como um símbolo de uma etrena velocidade e juventude nua, emplumado com pequenas asas e vestido apenas com nuvens do ar.Hermes é condensado em uma forma pictorial - um sigilo na verdade - de um facilmente reconhecível estado humano de consciência.Quando suas palavras e mentes estão ágeis, quando nós arrancamos risadas dos outros, quando fazemos poesia, nós estamos na presença real de Hermes.Nós, na verdade, estamos possuídos por esse Deus.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Eu não estou sugerindo que exista um real ou mesmo intangível Monte Olimpo Platônico onde deidades hollywoodianas sentam-se numa piscina mágica olhando os casos mortais e parando apenas para se manifestar a um de nós “crentes” neles, forte o bastante. Deve ser assim para todos, eu sei, mas isto parece ser uma forma bem complicada de se explicar algo bem simples.A verdade é que não precisa EXISTIR um Monte Olimpo para que você encontre Hermes ou algo como ele usando um nome diferente.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Você nem mesmo precisa acreditar em Deuses gregos para invocar quaisquer número deles.Hermes personifica uma Grande Idéia e tudo o que você tem que fazer é pensar nele fervorosamente e ele irá aparecer tão rápido real em sua mente que você irá perceber instantaneamente.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;As pessoas tendem a ficar possuídas por Deuses arbitrariamente por que elas não os reconhecem como tal; Um homem pode ser dominado por raiva (o deus grego Ares), nós todos podemos “nos perder” em paixão (Afrodite) ou pesar (Hades). Na vida nós encontramos estas Grandes Idéias mas nós não usamos a palavra “Deus” para descrevê-las.A consciência mágica evoca estes estados e renomeia eles Deuses como um meio de separá-los de nosso Eu, como um meio de estudá-los e aprender.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Você pode desejar encontrar com Hermes se você está começando uma novela, dando um discurso, ou simplesmente quer entreter alguma belezinha com seu incrível papo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUANTOS HERMES?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; A forma que a Grande Idéia toma, depende de sua tradição ou desejo.A beleza elétrica da juventude dos gregos é uma bem conhecida imagem nas esculturas ocidentais, tendo sido apropriados por todos desde a era de ouro do FLASH dos quadrinhos até o logo da cadeia de floristas INTERFLORA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Outras culturas personificam velocidade, agilidade e ilusão um pouco diferente, mas o mesmo complexo básico de idéias permanece o mesmo ao redor do mundo: velocidade, palavras,escrever,magia,truques,perspicácia,todas elas são qualidades associadas a Hermes, mas na Índia esta Grande Idéia é personificada não como um magro corredor de chapéu mas como um jovem gordo com cabeça de elefante e uma presa quebrada com a qual ele escreve a história em andamento do Universo.Basta pensar neles (e a maioria de nós pode) então você já é capaz de invocar Deuses &amp;amp; Grandes Idéias.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;No Egito a mesma Grande Idéia é conhecida como Thoth, quem criou os símbolos no baralho de tarô.Na tradição islandesa é Odin ou “Wotan”, senhor dos trovões e comunicação.(Como os VDUs que vemos todos os dias, Wotan é caolho e em seus pés sentam-se dois corvos, Pensamento e Memóri, que lhe trazem informação instantânea de todo o mundo.Ele pode ser bem útil nesta forma se você precisar disciplinar um PC rebelde).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Hermes, Mercúrio, Odin, Ganesh, Thoth; Todos estes nomes representam variantes personificações nos temas de Comunicação e velocidade.Reducionistas poderiam vir a entender a magia por considerar o “Monte Olimpo” como uma metáfora para a mente coletiva humana.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;EXPERIMENTO&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Escolha um Deus tradicional ou demônio de um livro de magia ou mitologia e aprenda tanto quanto poder sobre seu assunto escolhido.Eu sugiro que comece com uma Deidade begnina ao menos que você seja estúpido ou durão e queira se meter em algum tipo de negócio psíquico sujo, neste caso escolha um demônio de um daqueles grimórios medievais e espero que seja forte o suficiente para lidar com os intensos sentimentos negativos “demôniacos” encorpados.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;De qualquer forma, eu sugiro primeiro começar com Hermes, o Deus da Magia em sua variação como Ganesh.Ganesh é conhecido como um eliminador de obstáculos e parte de seu complexo de idéias é que ele abre abre os caminhos do mundo mágico, então é sempre bom ganhar conhecimento primeiro se você está seriamente pensando em seguir um caminho mágico.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Chame fervorosamente por Hermes.Deleite-se em seus atributos.Beba café ou Red Bull em seu nome ou tome uma linha de speed dependendo de seu nível em abuso de drogas.Coloque na sua cabeça imagens velozes de jatos, carros e trens bala. Toque “Ray of Light” da Madonna e invoque Hermes.Cerque-se de revistas do FLASH, chame por Hermes.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Conte-lhe como ele é maravilhoso em suas próprias palavras e o chame para si, construindo uma ponte entre seus próprios sentimentos de engrandecimento e as energias descendendo da Grande Idéia.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;A chegada do Deus será inconfundível: você não deverá experimentar um senso de presença ou mesmo possessão suave (lembre o que isto SIGNIFICA; nós estamos possuídos por VÊNUS quando o AMOR destrói nossa razão.Aprenda a reconhecer os sentimentos especificos que a palavra “possessão” descreve.Isto irá permiti-lo estudar sua Grande Idéia escolhida e seus efeitos no sistema nervoso humano tão perto quantopossível sem se tornar muito apavorado ou emocionalmente sobrecarregado).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Você ouvirá uma voz distinta dentro de sua cabeça, a qual parece ter uma qualidade estranha-porém-familiar de “Outro” ou separação.Faça perguntas e tome notas das respostas em sua cabeça.Lembre-se de qualquer coisa específica que você ouvir e escreva não importando o quão estranho lhe pareça.Mantenha o senso do contato, pergunte e responda tanto quanto você estiver apto e veja o quanto consegue aprender.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Lembre-se que Hermes é trapaceiro também e um amante de linguagem e jogos, então esteja preparado para engenhosos jogos de palavras e enigmas quando estiver em contato com estas Grandes Idéias.Ás vezes a torrente rápida de trocadilhos e charadas podem ser vistos como um pesadelo de interações fractais mas se você está indo jogar com Hermes, esteja preparado para pensar rápido e impressioná-lo com sua inteligência.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Se, por outro lado, existe apenas uma insinuação do desaparecimento da presença sobrenatural ou nada mesmo, não se preocupe.Tente novamente com Ganesh, Odin ou um Deus que você se sinta mais alinhado.Mantenha-se fazendo o experimento até que você tenha sucesso em gerar o estado mental requerido.Não é difícil; se você pode tornar-se Raivoso, Triste ou Feliz apenas pensando nisto (e a maioria de nós pode) então você já é capaz de invocar Deuses e Grandes Idéias.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;DEMÔNIOS SÃO…&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Não mais, não menos do que do jeito que você se sente interiormente depois de ter sido chutado por um amado ou exposto por alguém como louco ou qualquer outro valor negativo típico que temos acesso como seres humanos.Inferno é APENAS a Servidão Eterna e o Lugar de Nossos Eus Desfeitos. Quando Nietzsche proclamou “Deus está morto !” ele esqueceu de adicionar que Satã também está morto e que nós estamos livres de todos estes conceitos antiquados.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;EXPERIMENTO:&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Use as técnicas que você aprendeu para invocar Deuses e Demônios clássico e aplique-os a seres que você SABE certamente que não podem ser reais, como os Deuses das histórias de Jack Kirby, Monstros dos Mitos de Cthulhu de H.P. Lovecraft, Pokémons, ou os Cenobitas de Clive Barker.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Você irá descobrir que você pode evocar qualquer um destes personagens exóticos para uma manifestação física.No lugar de Hermes, o Deus mensageiro é possível convocar o mesmo complexo de uma forma cultural bem diferente - Eu recomendo ao menos uma invocação da velocidade mercurial de Hermes na forma de Metron, o Deus explorador intelectual computadorizado dos quadrinhos dos “Novos Deuses” de Jack Kirby.Eu tive um grande sucesso contatando os Deuses de Kirby, incluindo um memorável encontro com a Grande Idéia da Raiva Honrada no seu aspecto como Órion ao me cercar com imagens dos quadrinhos de Kirby, tocar “Mars” da “Planets Suite” ou “Revolution #9″ dos Beatles, ou simplesmente ao tocar sons de armas de fogo e bombas de discos de efeitos especiais.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Convocar James Bond antes de um encontro ao tocar os temas de Goldfinger e Thunderball enquanto você veste um terno.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Ou tente convocar Dionísio, Deus do delírio criativo, em seu aspecto mais engenhoso, como Ace Ventura o detetive de animais dos filmes de Jim Carrey  - cercando-se com seus animais de estimação ou miniaturas de animais, imite os movimentos distintos do ator e use-os para formular um sigilo físico enquanto você o encena em seu espaço ritual escolhido.Faça isso enquanto você TORNA-SE Dionísio como Ace Ventura.Lembre-se o que acontece com o senso de si mesmo e pense nas formas de usar estas qualidades “divinas” que convocou para si ( ou conseguiu de seu “subconciente”, dependendo de quais modelos você escolheu para explicar suas experiências).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Pense nestas novas qualidades apenas Divinas como aplicativos que você pode fazer o upload quando precisar deles.Quanto mais você rodar o aplicativo mais convincente e intrínseco parecerá. Isso ocorre assim como atores encontram dificuldades para “entrar” nos personagens e o porque de magos também sentem-se possuídos por Deuses ou Demônios.Aplicativos estão sendo rodados.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Você irá logo realizar que Deuses são “qualidades” ou estados normais de consciência disponíveis para todos.Com muita prática você tornará-se proeficiente em acessar estes estados em si mesmo.De qualquer forma, não aja como se estes estados fossem APENAS processos psicológicos internos.As Grandes Idéias tem estado aqui muito antes de você e irão estar muito tempo depois que você se for.Elas podem ser encaradas como qualidades imensamente poderosas autônomas e devem ser respeitadas tanto quanto.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Invocar muita RAIVA para sua vida irá fazê-lo um chato e violento; invocando muita COMUNICAÇÃO ao custo de outras qualidades, o fará um daqueles tagarelas pedantes e assim por diante.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Sempre existe perigo quando um “deus” é devotado em favor de todos os outros.Se você convoca Ace Ventura você pode descobrir que não se tornou criativo e divertido mas um importunador.Se você invocar os Cenobitas ficcionais de Clive Baker apenas para ver se o que estou colocando aqui é absoluto nonsense, esteja preparado para lidar com poderosos tipos de dominação, tortura, submissão e dor para estes estados que definem os parâmetros operacionais dos cenobitas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;CURA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Meu método preferido para cura é a técnica espirualistica de “estender as mãos”, a qual envolve uma simples prece caseira para a congregação dos “curandeiros e vegetarianos” mortos que habitam o “outro lado” e dizer que queremos auxiliar aqueles que precisam de ajuda.Este processo é acompanhado por concentração intensa e visualização do processo criativo.Isso sempre funciona muito bem, e pode ser muito efetivo em conjunto com um sigilo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;EXPERIMENTO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Visite sua igreja espiritualista local, se tiver uma, e peça uma demonstração de seu poderoso método curativo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;CARA, ONDE ESTÁ MEU EGO?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;O “ego” - em um sentido negativo - é aquele senso ossificado de um estável e imutável “eu” com o qual as pessoas usam como uma defesa contra o Medo da Mudança e da Morte.O EU é como uma armadura; protege e conforta mas o EU não é muito bom em realizar evoluções, fazer contato efetivo ou se adaptar a novas situações.Por outro lado, o Ego, com um E maiúsculo pode ser uma útil ferramenta quando tudo mais estiver caindo.O Ego cria uma direção heróico através da Transcendência que CONSOME E RESOLVE aquela direção em um contexto mais elevado.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;É importante lembrar que você não pode ir além de seu ego até ter desenvolvido um lugar para ir.O ego, como o Eu Individual, é um andaime para o que nós conhecemos como superego ou memeplexo (para usar o termo de Susan Blackmore para o que chamamos de “personalidade”).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;O andaime é uma parte necessária de qualquer construção, mas nos últimos séculos nós temos sido encourajados a confundir o andaime com a construção.O eu soberano individual é o resultado desse processo e hoje é muito difícil de se livrar dele sem cair em perigosos traumas de extinção existencial, mas como outros estágios do crescimento isso é apenas um estágio que deve ser ultrapassado.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Desmontar o conceito de “individualidade” ao deliberadamente criar múltiplos, criando “egos”, personas, memeplexos ou eu é o almejado, ao menos para mim, como um método de constelações fluidas de Múltiplas Personalidades, por expor “a personalidade” como apenas uma opção comportamental de um menu com várias.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O ABISMO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Aleister Crowley incorporou a destruição da estrutura do Eu Egóico como Choronzon, o Demônio 333. Choronzon, nos é dito, é o guardião devorador do “o Abismo” (O Abismo sendo um termo adequadamente dramático e evocativo por uma “fenda” na consciência humana). O termo pode ser aplicado ao estado mental durante o qual a consciência do Eu Egóico Individual começa a se canibalizar a si mesmo em vez de confrontar o fato assustador de que a Personalidade não é “real” no sentido existêncial e é simplesmente uma estratégia comportamental.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Muitos de nós tiveram pequenas experiências da gigantesca fronteira do complexo Mega-ChoronzonnoznorohC-ageM; o Encontro com Choronzônico é presente no implacável, vagaroso auto-interrogatório de uso de anfetaminas, febres e experiências de quase-morte.Pense numa mente conversando, aniquilando a si mesma em auto-examinação sem parar e você irá ouvir a voz de Choronzon.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Choronzon então, é o Eu Existencial na última fenda, mascando seu próprio cérebro, procurando pensamentos e apenas encontrando o enigma da Base sem base. Choronzon é quando não há nada além de morrer para o nada.Além do Choronzon, conceitos de personalidade e identidade não podem sobreviver.Além do Choronzon não há nem mesmo nosso Eu. A “personalidade” na margem do Absimo irá fazer nada, dizer nada e não vai encontrar nenhuma desculpa para se livrar de desintegra-se em “não-ser”.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Muitos de nós nas terrivelmente populares tradições Consumistas Ocidentais tendemos a esperar até a morte antes mesmo de considerar Choronzon.Desde que nós possamos assumir que o senso do Eu Egóico é completamente devorado em um incêndio de culpa, fúria, auto-acusação, paz perfeita ou o última cheia de endorfina que acontece 5 minutos antes da morte cerebral, o momento da morte parece ser para mim uma uma vulnerável particularidade na qual pela primeira vez encaramos o terror Existencial.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Melhor ir para lá cedo e explorar o lugar.Morrer antes de estar morrendo é uma das grande Provas do caminho mágico.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;O Abismo, então, é aquilo que limita o Eu consciente onde os significados estão ? volta e em reverso em seu oposto absoluto e que é consumido em “Ácido Choronzon”, um hypersolvente tão potente que dissolve o PróprioEu. Aqui você irá encontrar no imenso muro de fronteira do SER/NÃO SER no ponto máximo da Consciência Egóica e ser destruído contra ele.O Abismo é um hiato na consciência onde as noções de identidade, raça, ser e território são consumidas em uma fúria agonizante de contradição.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Magos que tenham “atravessado” com sucesso o Abismo não são considerados mais humanos, no sentido de que sobreviveram esta prova necessária de quebrar o EU em múltiplos complexos de personalidade.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;EXPERIMENTO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;O assim chamado “Juramento do Abismo”, é um encontro corrosivo com as forças Choronzonicas dentro da personalidade.Não é algo para se fazer levianamente e eu sugiro muitos anos de prática mágica antes de tentar algo tão estúpido, glamuroso e destrutivo de nosso cuidadosamente estabelecido EU. As recompensas de atravessar com sucesso o Abismo são muitas mas uma tentativa falha pode levar ao mágico a se quebrar por dentro, consumido por dúvida, medo e insegurança, além de inutilidade para a comunidade dele ou dela.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;REVOLTA NA MAGIA!&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Tornar-se um mago é em si mesmo um ato revolucionário com amplas conseqüências.Antes de ir destruir “o Sistema”, de qualquer forma, lembre primeiro que nós o fizemos em nosso próprio interesse.Nós o sustentamos constantemente, seja concordando, com nosso suporte, ou no oposto com nosso desrespeito. Os oponentes do Sistema são mais uma função do Sistema como seus defensores.O Sistema é um fantasma assombrando as mentes dos seres humanos operando com “o Sistema”.São pais virtuais que nós fizemos para olhar para nós.Nós fizemos isso bem grande e difícil de se ver inteiramente,o servimos e nutrimos todo dia. Existe algum ano que não nasça policiais ou médicos? Por que artistas raramente querem se tornar policiais?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Para cada McDonald que você exploda, “eles” irão construir dois. Ao invés de colocar um chumaço de Semtex entre o Lanche Feliz e a embalagem, trilhe seu caminho através dos quadros da empresa, tome a cadeira da Diretoria e transforme a companhia em um estoque internacional de risadas.Você irá aprender uma grande lição sobre magia no caminho. Então vá para a Disney, Nintendo, ou qualquer um que queira.E se “o Sistema” não é seu inimigo afinal? E se pelo contrário ele é nosso playground? Ambientes naturais nos quais magos pop nascem? Nossa selva, nosso oceano e nossas geleiras…Para barganhar, dançar e tranformar, tão bem quanto pudermos, em poesia ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-3550717574928727345?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/3550717574928727345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/chaos-pop-magick.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/3550717574928727345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/3550717574928727345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/chaos-pop-magick.html' title='Chaos Pop Magick'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-2626037798781553730</id><published>2009-05-27T18:29:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T15:59:47.052-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videos'/><title type='text'>Surplus</title><content type='html'>&lt;embed id="VideoPlayback" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-7400393743229742503&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;fs=true" style="width: 400px; height: 326px;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-2626037798781553730?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/2626037798781553730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/surplus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/2626037798781553730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/2626037798781553730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/surplus.html' title='Surplus'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-7318585774869589009</id><published>2009-05-27T18:13:00.000-07:00</published><updated>2009-05-27T18:29:50.565-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><title type='text'>Terrorismo Poético</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;DANÇAR BIZARRAMENTE A NOITE INTEIRA em caixas eletrônicos de bancos. Apresentações pirotécnicas não autorizadas. Land-art*, peças de argila que sugerem estranhos artefatos alienígenas espalhados em parques estaduais. Arrombe apartamentos, mas, em vez de roubar, deixe objetos Poético-terroristas. Seqüestre alguém &amp;amp; o faça feliz. Escolha alguém ao acaso &amp;amp; o convença de que é herdeiro de uma enorme, inútil e impressionante fortuna - digamos, cinco mil quilômetros quadrados na Antártica, um velho elefante de circo, um orfanato em Bombaim ou uma coleção de manuscritos de alquimia. Mais tarde, essa pessoa perceberá que por alguns momentos acreditou em algo extraordinário &amp;amp; talvez se sinta motivada a procurar um modo mais interessante de existência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Coloque placas de bronze comemorativas nos lugares (públicos ou privados) onde você teve uma revelação ou viveu uma experiência sexual particularmente inesquecível etc.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fique nu para simbolizar algo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Organize uma greve na escola ou trabalho em protesto por eles não satisfazerem a sua necessidade de indolência &amp;amp; beleza espiritual.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;A arte do grafite emprestou alguma graça aos horríveis vagões de metrô &amp;amp; sóbrios monumentos públicos - a arte - TP também pode ser criada para lugares públicos: poemas rabiscados nos lavabos dos tribunais, pequenos fetiches abandonados em parques &amp;amp; restaurantes, arte-xerox sob o limpador de pára-brisas de carros estacionados, slogans escritos com letras gigantes nas paredes de playgrounds, cartas anônimas enviadas a destinatários previamente eleitos ou escolhidos ao acaso (fraude postal), transmissões de rádio pirata, cimento fresco…&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;A reação do público ou o choque-estético produzido pelo TP tem que ser uma emoção pelo menos tão forte quanto o terror - profunda repugnância, tesão sexual, temor supersticioso, súbitas revelações intuitivas, angústia dadaísta - não importa se o TP é dirigido a apenas uma pessoa ou várias pessoas, se é “assinado” ou anônimo: se não mudar a vida de alguém (além da do artista), ele falhou.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;O TP é um ato num Teatro da Crueldade sem palco, sem fileiras de poltronas, sem ingressos ou paredes. Para que funcione, o TP deve afastar-se de forma categórica de todas as estruturas tradicionais para o consumo de arte (galerias, publicações, mídia). Mesmo as táticas de guerrilha Situacionista do teatro de rua talvez tenham agora se tornado muito conhecidas &amp;amp; previsíveis.&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Uma requintada sedução levada adiante não apenas pela satisfação mútua, mas também como um ato consciente por uma vida deliberadamente mais bela - deve ser o TP definitivo. O Terrorista Poético comporta-se como um trapaceiro barato cuja meta não é dinheiro, mas MUDANÇA.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Não faça TP para outros artistas, faça-o para pessoas que não perceberão (pelo menos por alguns momentos) que o que você fez é arte. Evite categorias artísticas reconhecíveis, evite a política, não fique por perto para discutir, não seja sentimental; seja impiedoso, corra riscos, vandalize apenas o que &lt;em&gt;precisa&lt;/em&gt; ser desfigurado, faça algo que as crianças lembrarão pelo resto da vida — mas só seja espontâneo quando a Musa do TP o tenha possuído.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; Fantasie-se. Deixe um nome falso. Seja lendário. O melhor TP é contra a lei, mas não seja pego. Arte como crime; crime como arte.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-7318585774869589009?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/7318585774869589009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/terrorismo-poetico_27.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/7318585774869589009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/7318585774869589009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/terrorismo-poetico_27.html' title='Terrorismo Poético'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-3515666540810044607</id><published>2009-05-27T17:57:00.000-07:00</published><updated>2009-05-27T18:02:29.628-07:00</updated><title type='text'>Lute Contra a Nova Ordem Mundial!!!</title><content type='html'>Parte 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/15kFjL3W_Zo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/15kFjL3W_Zo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dN44jorxLiI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dN44jorxLiI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/58znMMJS7r8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/58znMMJS7r8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-3515666540810044607?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/3515666540810044607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/lute-contra-nova-ordem-mundial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/3515666540810044607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/3515666540810044607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/lute-contra-nova-ordem-mundial.html' title='Lute Contra a Nova Ordem Mundial!!!'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8707928140455311226.post-1948140911143093267</id><published>2009-05-27T17:36:00.000-07:00</published><updated>2009-05-27T17:57:01.156-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ebooks'/><title type='text'>Zona Autonoma Temporal</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.zazieweb.fr/images/livres/2-84162-020-4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 150px; height: 241px;" src="http://www.zazieweb.fr/images/livres/2-84162-020-4.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/108235674/8166ffb1/TAZ_-_Hakim_Bey.html"&gt;Download Ebook!&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;"...desta vez, no entanto, eu venho como o vitorioso Dionísio, que transformará o mundo numa festa... Não que eu tenha muito tempo..."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nietzsche (em sua última carta "insana" a Cosima Wagner)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Utopias Piratas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;OS PIRATAS E CORSÁRIOS do século XVIII montaram uma "rede de informações" que se estendia sobre o globo. Mesmo sendo primitiva e voltada basicamente para negócios cruéis, a rede funcionava de forma admirável. Era formada por ilhas, esconderijos remotos onde os navios podiam ser abastecidos com água e comida, e os resultados das pilhagens eram trocados por artigos de luxo e de necessidade. Algumas dessas ilhas hospedavam "comunidades intencionais", mini-sociedades que conscientemente viviam fora da lei e estavam determinadas a continuar assim, ainda que por uma temporada curta, mas alegre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Há alguns anos, vasculhei uma grande quantidade de fontes  secundárias sobre pirataria esperando encontrar algum estudo sobre esses enclaves - mas parecia que nenhum historiador ainda os havia considerado merecedores de análise. (William Burroughs mencionou o assunto, assim como o anarquista britânico Larry Law - mas nenhuma pesquisa sistemática foi levada adiante.) Fui então em busca das fontes primárias e construí minha própria teoria, da qual discutiremos alguns aspectos neste ensaio. Eu chamei esses assentamentos de &lt;i&gt;Utopias Piratas &lt;/i&gt;(1).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Recentemente, Bruce Sterling, um dos principais expoentes da ficção cientifica cyberpunk, publicou um romance ambientado num futuro próximo e tendo como base o pressuposto de que a decadência dos sistemas políticos vai gerar uma proliferação de experiências comunitárias descentralizadas: corporações gigantescas mantidas por seus funcionários, enclaves independentes dedicados à "pirataria de dados", enclaves verdes e social-democratas, enclaves de Trabalho-Zero, zonas anarquistas liberadas etc. A economia de informação que sustenta esta diversidade é chamada de Rede. Os enclaves (e o título do livro) são &lt;i&gt;Ilhas na Rede &lt;/i&gt;(2).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os &lt;i&gt;Assassins&lt;/i&gt; (3) medievais fundaram um "Estado" que consistia de uma rede de remotos castelos em vales montanhosos, separados entre si por milhares de quilômetros, estrategicamente invulneráveis a qualquer invasão, conectados por um fluxo de informações conduzidas por agentes secretos, em guerra com todos os governos, e dedicado apenas ao saber. A tecnologia moderna, culminando no satélite espião, reduz esse tipo de &lt;i&gt;autonomia&lt;/i&gt; a um sonho romântico. Chega de ilhas piratas! No futuro, essa mesma tecnologia - livre de todo controle político - pode tornar possível um mundo inteiro de &lt;i&gt;zonas autônomas&lt;/i&gt;. Mas, por enquanto, o conceito continua sendo apenas ficção científica - pura especulação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estamos nós, que vivemos no presente, condenados a nunca experimentar a autonomia, nunca pisarmos, nem que seja por um momento sequer, num pedaço de terra governado apenas pela liberdade? Estamos reduzidos a sentir nostalgia pelo passado, ou pelo futuro? Devemos esperar até que o mundo inteiro esteja livre do controle político para que pelo menos um de nós possa afirmar que sabe o que é ser livre? Tanto a lógica quanto a emoção condenam tal suposição. A razão diz que o indivíduo não pode lutar por aquilo que não conhece. E o coração revolta-se diante de um universo tão cruel a ponto de cometer tais injustiças justamente com a nossa, dentre todas as gerações da humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dizer "só serei livre quando todos os seres humanos (ou todas as criaturas sensíveis) forem livres", é simplesmente enfurnar-se numa espécie de estupor de nirvana, abdicar da nossa própria humanidade, definirmo-nos como fracassados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Acredito que, dando consequência ao que aprendemos com histórias sobre "ilhas na rede", tanto do passado quanto do futuro, possamos coletar evidências suficientes para sugerir que um certo tipo de "enclave livre" não é apenas possível nos dias de hoje, mas é também real. Toda minha pesquisa e minhas especulações cristalizaram-se em torno do conceito de ZONA AUTÔNOMA TEMPORÁRIA (daqui por diante abreviada por TAZ). Apesar de sua força sintetizadora para o meu próprio pensamento, não pretendo, no entanto, que a TAZ seja percebida como algo mais do que um &lt;i&gt;ensaio&lt;/i&gt; ("uma tentativa"), uma sugestão, quase que uma fantasia poética. Apesar do ocasional excesso de entusiasmo da minha linguagem, não estou tentando construir dogmas políticos. Na verdade, deliberadamente procurei não definir o que é a TAZ - circundo o assunto, lançando alguns fachos exploratórios. No final, a TAZ é quase auto-explicativa. Se o termo entrasse em uso seria compreendido sem dificuldades... compreendido em ação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Esperando pela Revolução&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;COMO É QUE O MUNDO "virado-de-cabeça-para-baixo" sempre acaba se &lt;i&gt;endireitando&lt;/i&gt;? Por quê, como estações no Inferno, após a revolução sempre vem uma reação?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;Levante&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;insurreição&lt;/i&gt; são palavras usadas pelos historiadores para caracterizar revoluções que &lt;i&gt;fracassaram&lt;/i&gt; - movimentos que não chegaram a terminar seu ciclo, a trajetória padrão: revolução, reação, traição, a fundação de um Estado mais forte e ainda mais opressivo -, a volta completa, o eterno retorno da história, uma e outra vez mais, até o ápice: botas marchando eternamente sobre o rosto da humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ao falhar em completar esta trajetória, o &lt;i&gt;levante &lt;/i&gt;sugere a possibilidade de um movimento fora e além da espiral hegeliana do "progresso", que secretamente não passa de um ciclo vicioso. &lt;i&gt;Surgo&lt;/i&gt;: levante, revolta. &lt;i&gt;Insurgo&lt;/i&gt;: rebelar-se, levantar-se. Uma ação de independência. Um adeus a essa miserável paródia da roda kármica, histórica futilidade revolucionária. O slogan "Revolução!" transformou-se de sinal de alerta em toxina, uma maligna e pseudo-gnóstica armadilha-do-destino, um pesadelo no qual, não importa o quanto lutamos, nunca nos livramos do maligno ciclo infinito que incuba o Estado, um Estado após o outro, cada "paraíso" governado por um anjo ainda mais cruel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Se a História É "Tempo", como declara ser, então um levante é um momento que surge acima e além do Tempo, viola a "lei" da História. Se o Estado É História, como declara ser, então o levante é o momento proibido, uma imperdoável negação da dialética como dançar sobre um poste e escapar por uma fresta, uma manobra xamanística realizada num "ângulo impossível" em relação ao universo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A História diz que uma Revolução conquista "permanência", ou pelo menos alguma duração, enquanto o levante é "temporário". Nesse sentido, um levante é uma "experiência de pico" se comparada ao padrão "normal" de consciência e experiência. Como os festivais, os levantes não podem acontecer todos os dias - ou não seriam "extraordinários". Mas tais momentos de intensidade moldam e dão sentido a toda uma vida. O xamã retorna - uma pessoa não pode Ficar no telhado para sempre - mas algo mudou, trocas e integrações ocorreram - foi feita uma &lt;i&gt;diferença&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Poderia se dizer que essa é uma postura de desespero. O que foi feito do sonho anarquista, do fim do Estado, da comuna, da zona autônoma com &lt;i&gt;duração&lt;/i&gt;, da sociedade livre, da &lt;i&gt;cultura&lt;/i&gt; livre? Devemos abandonar esta esperança em troca de um &lt;i&gt;acte gratuit&lt;/i&gt; existencialista? A idéia não é mudar a consciência, mas mudar o mundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aceitaria isso como uma crítica justa. No entanto, daria duas respostas. Primeiro, a &lt;i&gt;revolução&lt;/i&gt; até hoje não nos levou à concretização desse sonho. A visão ganha vida no momento do levante - mas assim que a "Revolução" triunfa e o Estado retorna, o sonho e o ideal &lt;i&gt;já&lt;/i&gt; estão traídos. Não deixo de ter esperança, nem deixo de ansiar por mudanças - mas desconfio da palavra &lt;i&gt;Revolução&lt;/i&gt;. Em segundo lugar, mesmo se substituirmos a abordagem revolucionária pelo conceito de &lt;i&gt;levante transformando-se espontaneamente numa cultura anarquista&lt;/i&gt;, a nossa situação histórica específica não é propícia para tarefa tão vasta. Absolutamente nada, além de um martírio inútil, poderia resultar de um confronto direto com o Estado terminal, esta megacorporação/Estado de informações, o império do Espetáculo e da Simulação. Todos os seus revólveres estão apontados para nós. Por outro lado, com nosso armamento miserável, não temos em que atirar, a não ser numa histerese, num vazio rígido, num fantasma capaz de transformar todo lampejo num ectoplasma de informação, uma sociedade de capitulação regida pela imagem do policial e pelo olho absorvente da tela de&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;TV.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em resumo, não queremos dizer que a TAZ é um fim em si mesmo, substituindo todas as outras formas de organização, táticas e objetivos. Nós a recomendamos porque ela pode fornecer a qualidade do enlevamento associado ao levante sem necessariamente levar à violência e ao martírio. A TAZ é uma espécie de rebelião que não confronta o Estado diretamente, uma operação de guerrilha que libera uma área (de terra, de tempo, de imaginação) e se dissolve para se re-fazer em outro lugar e outro momento, &lt;i&gt;antes&lt;/i&gt; que o Estado possa esmagá-la. Uma vez que o Estado se preocupa primordialmente com a Simulação, e não com a substância, a TAZ pode, em relativa paz e por um bom tempo, "ocupar" clandestinamente essas áreas e realizar seus propósitos festivos. Talvez algumas pequenas TAZs tenham durado por gerações - como alguns enclaves rurais - porque passaram desapercebidas, porque nunca se relacionaram com o Espetáculo, porque nunca emergiram para fora daquela vida real que é invisível para os agentes da Simulação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Babilônia toma suas abstrações como realidades. É precisamente &lt;i&gt;dentro&lt;/i&gt; dessa margem de erro que a TAZ surge. Iniciar a TAZ pode envolver várias táticas de violência e defesa, mas seu grande trunfo está em sua invisibilidade - o Estado não pode reconhecê-la porque a História não a define. Assim que a TAZ é nomeada (representada, mediada), ela deve desaparecer, ela &lt;i&gt;vai&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;indefinível pelos termos do Espetáculo. Assim sendo, a TAZ é uma tática perfeita para uma época em que o Estado é onipresente e todo-poderoso mas, ao mesmo tempo, repleto de rachaduras e fendas. E, uma vez que a TAZ é um microcosmo daquele "sonho anarquista" de uma cultura de liberdade, não consigo pensar em tática melhor para prosseguir em direção a esse objetivo e, ao mesmo tempo, viver alguns de seus benefícios aqui e agora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt; desaparecer, deixando para trás um invólucro vazio, e brotará novamente em outro lugar, novamente invisível, porque é&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em suma, uma postura realista exige não apenas que desistamos de &lt;i&gt;esperar&lt;/i&gt; pela "Revolução", mas também que desistamos de &lt;i&gt;desejá-la&lt;/i&gt;. "Levantes", sim - sempre que possível, até mesmo com o risco de violência. Os &lt;i&gt;espasmos &lt;/i&gt;do Estado Simulado serão "espetaculares", mas na maioria dos casos a tática mais radical será a recusa de participar da violência espetacular, &lt;i&gt;retirar-se&lt;/i&gt; da área de simulação, desaparecer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A TAZ é um acampamento de guerrilheiros ontologistas: ataque e fuja. Continue movendo a tribo inteira, mesmo que ela seja apenas dados na web. A TAZ deve ser capaz de se defender; mas, se possível, tanto o "ataque" quanto a "defesa" devem evadir a violência do Estado, que já não é uma violência &lt;i&gt;com sentido&lt;/i&gt;. O ataque é feito às estruturas de controle, essencialmente às idéias. As táticas de defesa são a "invisibilidade", que é uma &lt;i&gt;arte marcial&lt;/i&gt;, e a "invulnerabilidade", uma arte "oculta" dentro das artes marciais. A "máquina de guerra nômade" conquista sem ser notada e se move antes do mapa ser retificado. Quanto ao futuro, apenas o autônomo pode &lt;i&gt;planejar &lt;/i&gt;a autonomia, organizar-se para ela, criá-la. E uma ação conduzida por esforço próprio. O primeiro passo se assemelha a um satori - a constatação de que a TAZ começa com um simples ato de percepção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;A Psicotopologia da Vida Cotidiana&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O CONCEITO DA TAZ surge inicialmente de uma crítica à revolução, e de uma análise do levante. A revolução classifica o levante como um "fracasso". Mas, para nós, um &lt;i&gt;levante&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt; representa uma possibilidade muito mais interessante, do ponto de vista de uma psicologia de libertação, do que as "bem-sucedidas" revoluções burguesas, comunistas, fascistas etc.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um outro elemento gerador do conceito da TAZ surge de um processo histórico que eu chamo de "fechamento do mapa". O último pedaço da Terra não reivindicado por uma nação-Estado foi devorado em 1899. O nosso século é o primeiro sem &lt;i&gt;terra incógnita&lt;/i&gt;, sem fronteiras. Nacionalidade é o princípio mais importante do conceito de "governo" - nenhuma ponta de rocha no Mar do Sul pode ficar &lt;i&gt;em aberto&lt;/i&gt;, nem um vale remoto, sequer a lua ou os planetas. Essa é a apoteose do "gangsterismo territorial". Nenhum centímetro quadrado da Terra está livre da polícia ou dos impostos... em teoria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O "mapa" é uma malha política abstrata, uma &lt;i&gt;proibição g&lt;/i&gt;igantesca imposta pela cenoura/cacetete condicionante do Estado "Especializado", até que para a maioria de nós o mapa &lt;i&gt;se torne&lt;/i&gt; o território - não mais a "Ilha da Tartaruga (4)", mas os "Estados Unidos". E ainda assim o mapa continua sendo uma abstração, porque não pode cobrir a Terra com a precisão 1:1. Dentro das complexidades fractais da geografia atual, o mapa pode detectar apenas malhas dimensionais. Imensidões embutidas e escondidas escapam da fita métrica. O mapa não é exato, o mapa &lt;i&gt;não pode &lt;/i&gt;ser exato.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Revolução fechou-se, mas a possibilidade do levante está aberta. Por ora, concentramos nossas forças em "irrupções" temporárias, evitando enredamentos com "soluções permanentes".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O mapa está fechado, mas a zona autônoma está aberta. Metaforicamente, ela se desdobra por dentro das dimensões fractais invisíveis à cartografia do Controle. E aqui podemos apresentar o conceito de psicotopologia (e psicotopografia) como uma "ciência" alternativa àquela da pesquisa e criação de mapas e "imperialismo psíquico" do Estado. Apenas a psicotopografia é capaz de desenhar mapas da realidade em escala 1:1, porque apenas a mente humana tem a complexidade suficiente para modelar o real. Mas um mapa 1:1 não pode "controlar" seu território, porque é completamente idêntico a esse território. Ele pode ser usado apenas para &lt;i&gt;sugerir&lt;/i&gt; ou, de certo modo, &lt;i&gt;indicar através&lt;/i&gt; de gestos algumas características. Estamos à procura de "espaços" (geográficos, sociais, culturais, imaginários) com potencial de florescer como zonas autônomas - dos momentos em que estejam relativamente abertos, seja por negligência do Estado ou pelo fato de terem passado despercebidos pelos cartógrafos, ou por qualquer outra razão. A psicotopologia é a arte de &lt;i&gt;submergir&lt;/i&gt; em busca de potenciais TAZs.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O fim da Revolução e o fechamento do mapa são, no entanto, apenas as fontes negativas da TAZ: ainda há muito a dizer sobre as suas inspirações positivas. Reação somente não pode gerar a energia necessária para "manifestar" uma TAZ. Um levante também precisa ser &lt;i&gt;a favor&lt;/i&gt; de alguma coisa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;1. Em primeiro lugar, podemos falar de uma antropologia natural da TAZ. A família nuclear é a unidade base da sociedade de consenso, mas não da TAZ. ("Famílias! Os avaros do amor! Como eu as odeio!" - Gide.) A família nuclear, com suas consequentes "dores edipianas", parece ter sido uma invenção neolítica, uma resposta à "revolução agrícola" com sua escassez e hierarquia impostas. O modelo paleolítico é mais primário e mais radical: &lt;i&gt;o bando&lt;/i&gt;. O típico bando nômade ou semi-nômade de caçadores/coletores é formado por cerca de cinquenta pessoas. Em sociedades tribais mais populosas, a estrutura de bando é mantida por clãs dentro da tribo, ou por confrarias como sociedades secretas ou iniciáticas, sociedades de caça ou de guerra, associações de gênero, as "repúblicas de crianças" e por aí adiante. Se a família nuclear é gerada pela escassez (e resulta em avareza), o bando é gerado pela abundância (e produz prodigalidade). A família é &lt;i&gt;fechada&lt;/i&gt;, geneticamente, pela &lt;i&gt;posse&lt;/i&gt; masculina sobre as mulheres e crianças, pela totalidade hierárquica da sociedade agrícola/industrial. Por outro lado, o bando é &lt;i&gt;aberto&lt;/i&gt; - não para todos, é claro, mas para um grupo que divide afinidades, os iniciados que juram sobre um laço de amor. O bando não pertence a uma hierarquia maior, ele é parte de um padrão horizontalizado de costumes, parentescos, contratos e alianças, afinidades espirituais etc. (A sociedade dos índios norte-americanos preserva até hoje certos aspectos dessa estrutura.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Muitas forças estão trabalhando - de forma invisível - para dissolver a família nuclear e resgatar o bando em nossa própria sociedade da Simulação pós-Espetacular. Rupturas na estrutura do trabalho refletem a "estabilidade" estilhaçada da unidade-lar e da unidade-família. Hoje em dia, o "bando" de alguém inclui amigos, ex-esposos e amantes, pessoas conhecidas em diferentes empregos e encontros, grupos de afinidade, redes de pessoas com interesses específicos, listas de discussão etc. Cada vez mais fica evidente que a família nuclear se torna uma &lt;i&gt;armadilha&lt;/i&gt;, um ralo cultural, uma secreta implosão neurótica de átomos rompidos. E a contra-estratégia óbvia emerge de forma espontânea na quase inconsciente redescoberta da possibilidade - mais arcaica e, no entanto, mais pós-industrial - do bando.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;2. A TAZ como um &lt;i&gt;festival&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Stephen Pearl Andrews certa vez elaborou uma imagem da sociedade anarquista como um &lt;i&gt;jantar&lt;/i&gt;, no qual todas as estruturas de autoridade se dissolvem no convívio e na celebração (veja o apêndice C). Aqui poderíamos também invocar Fourier e seu conceito dos sentidos como base de transformação social - "toque do cio" e "gastrosofia", e seu louvor às negligenciadas implicações do olfato e do paladar. Os antigos conceitos de jubileu e bacanal se originaram a partir da intuição de que certos eventos existem fora do "tempo profano", a unidade de medida da História e do Estado. Essas ocasiões literalmente ocupavam espaços vazios no calendário – &lt;i&gt;intervalos intercalados&lt;/i&gt;. Na Idade Média, quase um terço do ano era reservado para feriados e dias santos. Talvez os protestos contra a reforma no calendário tenham tido menos a ver com os "onze dias perdidos" do que com a sensação de que a ciência imperial estava conspirando para preencher esses espaços vazios dentro do calendário, onde a &lt;i&gt;liberdade &lt;/i&gt;das pessoas havia se concentrado. Um golpe de Estado, um mapeamento do ano, a dominação do próprio tempo, transformando o cosmo orgânico num universo que funciona como um relógio. A morte do festival.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os que participam de levantes invariavelmente notam seus aspectos festivos, mesmo em meio à luta armada, perigo e risco. O levante é como um bacanal que escapou (ou foi forçado a desaparecer) de seu intervalo intercalado e agora está livre para aparecer em qualquer lugar ou a qualquer hora. Liberto do tempo e do espaço, ele, no entanto, possui bom faro para o amadurecimento dos eventos e afinidade com o &lt;i&gt;genius loci&lt;/i&gt;. A ciência da psicotopologia indica "fluxos de força" e "pontos de poder" (para usar metáforas ocultistas) que localizam a TAZ num espaço-temporal, ou que, pelo menos, ajudam a definir sua relação com um determinado momento e local.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A mídia nos convida a "celebrar os momentos da nossa vida" com a unificação espúria entre mercadoria e espetáculo, o famoso &lt;i&gt;não-evento&lt;/i&gt; da representação pura. Em resposta a tamanha obscenidade, nós temos, por um lado, o espectro da recusa (comentado pelos situacionistas John Zerzan, Bob Black &lt;i&gt;et al&lt;/i&gt;.) e, por outro, a emergência de uma &lt;i&gt;cultura festiva&lt;/i&gt; distanciada ou mesmo escondida dos pretensos gerentes do nosso lazer. "Lute pelo direito de festejar" não é, na verdade, uma paródia da luta radical, mas uma nova manifestação dessa luta, apropriada para uma época que oferece a TV e o telefone como maneiras de "alcançar e tocar" outros seres humanos, maneiras de "estar junto!"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pearl Andrews estava certo: o jantar já é "a semente de uma nova sociedade tomando forma dentro do invólucro da antiga" (IWW Preamble). A "reunião tribal" dos anos 60, o conclave florestal de eco-sabotadores, o Beltane (5) idílico dos neo-pagãos, as conferências anarquistas, as festas gays... as festas de aluguel no Harlem dos anos 20, as casas noturnas, os banquetes, os piqueniques dos antigos libertários - devemos perceber que todos esses eventos são, de certo modo, "zonas libertas", ou pelo menos TAZs em potencial. Seja ela apenas para poucos amigos, como é o caso de um jantar, ou para milhares de pessoas, como um carnaval de rua, a festa é sempre "aberta" porque não é "ordenada". Ela pode até ser planejada, mas se ela não &lt;i&gt;acontece&lt;/i&gt; é um fracasso. A espontaneidade é crucial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A essência da festa: cara a cara, um grupo de seres humanos coloca seus esforços em sinergia para realizar desejos mútuos, seja por boa comida e alegria, por dança, conversa, pelas artes da vida. Talvez até mesmo por prazer erótico ou para criar uma obra de arte comunal, ou para alcançar o arroubamento do êxtase. Em suma, uma "união de únicos" (como coloca Stirner) em sua forma mais simples, ou então, nos termos de Kropotkin, um básico impulso biológico de "ajuda mútua". (Aqui devemos mencionar a "economia do excesso" de Bataille e sua teoria sobre a cultura &lt;i&gt;potlatch&lt;/i&gt;.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;3. O conceito de &lt;i&gt;nomadismo psíquico&lt;/i&gt; (ou, como o chamamos por brincadeira, "cosmopolitismo desenraizado") é vital para a formação da realidade da TAZ. Aspectos desse fenômeno foram discutidos por Deleuze e Guattari em &lt;i&gt;Tratado de Nomadologia: a máquina de guerra&lt;/i&gt;, por Lyotard em &lt;i&gt;Driftworks &lt;/i&gt;e por vários autores na edição "Oásis" da &lt;i&gt;Semiotext(e)&lt;/i&gt;. Preferimos o termo "nomadismo psíquico" a "nomadismo urbano" ou "nomadologia", "ações à deriva" etc., simplesmente para poder juntar todos esses conceitos num único sistema complexo que será estudado à luz da emergência da TAZ.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"A morte de Deus", que de certo modo representou a descentralização do "projeto europeu", abriu a possibilidade de uma visão de mundo pós-ideológica e multifacetada, capaz de se mover, de forma "desenraizada", da filosofia para o mito tribal, da ciência natural para o taoísmo. Capaz de enxergar, pela primeira vez, através de olhos caleidoscópicos como os olhos de algum inseto dourado, cada faceta apresentando a concepção de outro mundo inteiramente diverso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas essa visão foi alcançada às custas de se viver numa época na qual a velocidade e o "fetichismo da mercadoria" criaram uma unidade tirânica e falsa que tende a ofuscar toda a diversidade cultural e toda a individualidade para que "todo lugar seja igual ao outro". Este paradoxo cria "ciganos", viajantes psíquicos guiados pelo desejo ou pela curiosidade, errantes com laços de lealdade frouxos (na verdade, desleais ao "projeto europeu", que perdeu todo o seu charme e vitalidade), desligados de qualquer local ou tempo determinado, em busca de diversidade e aventura...Essa descrição engloba não apenas artistas e intelectuais classe X, como também trabalhadores imigrantes, refugiados, os "sem-teto", turistas, e todos aqueles que vivem em trailers - assim como pessoas que "viajam" na internet, sem talvez jamais saírem de seus quartos (ou aquelas como Thoreau, que "viajou demais – em Concord"), para finalmente englobar "todo mundo", todos nós, vivendo em nossos automóveis, em nossas férias, aparelhos de TV, livros, filmes, telefones, trocando de emprego, mudando&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;de "estilo de vida", de religião, de dieta etc. etc.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O nomadismo psíquico como uma &lt;i&gt;tática&lt;/i&gt;, aquilo que Deleuze e Guattari metaforicamente chamam de "máquina de guerra", muda o paradoxo de um modo passivo para um modo ativo e talvez até mesmo "violento". Os últimos espasmos de "Deus" e seus sacolejos no leito de morte vêm se arrastando por tanto tempo - nas formas do capitalismo, fascismo e comunismo, por exemplo - que ainda existe muita "destruição criativa" para ser executada por comandos ou &lt;i&gt;apaches&lt;/i&gt; (literalmente, inimigos) pós-bakunianos e pós-nietzscheanos. Esses nômades exercitam a &lt;i&gt;razzia&lt;/i&gt;, são corsários, são vírus. Sentem tanto o desejo quanto a necessidade de TAZs, acampamentos de tendas negras sob as estrelas do deserto, interzonas, oásis fortificados escondidos nas rotas das caravanas secretas, trechos de selva e sertões "liberados", áreas proibidas, mercados negros e bazares underground.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esses nômades orientam seu percurso por estrelas estranhas, que podem ser núcleos luminosos de dados no ciberespaço ou, talvez, alucinações. Abra um mapa do território; sobre ele, coloque um mapa das mudanças políticas; sobre ele, ponha um mapa da internet, especialmente da contra-net, com sua ênfase no fluxo clandestino de informações e logística; e, por último, sobre tudo isso, o mapa 1:1 da imaginação criativa, estética, valores. A malha resultante ganha vida, animada por inesperados redemoinhos e explosões de energia, coagulações de luz, túneis secretos, surpresas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;A Net e a Web&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O PRÓXIMO ELEMENTO que contribui para a TAZ é tão vasto e ambíguo que precisa de uma seção à parte somente para ele.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Já falamos da &lt;i&gt;net&lt;/i&gt;, que pode ser definida como a totalidade de todas as transferências de informações e de dados. Algumas dessas transferências são privilégio e exclusividade de várias elites, o que lhes confere um aspecto hierárquico. Outras transações são abertas a todos - e deste modo a internet também possui um aspecto horizontal e não-hierárquico. Dados militares e de segurança nacional são restritos, assim como informações bancárias e monetárias, e outras informações deste tipo. Porém, de maneira geral, a telefonia, o sistema postal, os bancos de dados públicos etc. são acessíveis a todos. Desta forma, de &lt;i&gt;dentro&lt;/i&gt; da net começou a emergir um tipo de &lt;i&gt;contra-net&lt;/i&gt;, que nós chamaremos de &lt;i&gt;web&lt;/i&gt; (como se a internet fosse uma rede de pesca e a web as teias de aranha tecidas entre os interstícios e rupturas da net). Em termos gerais, empregaremos a palavra &lt;i&gt;web&lt;/i&gt; para designar a estrutura aberta, alternada e horizontal de troca de informações, ou seja, a rede não-hierárquica, e reservaremos o termo &lt;i&gt;contra-net&lt;/i&gt; para indicar o uso clandestino, ilegal e rebelde da web, incluindo a pirataria de dados e outras formas de parasitar a própria net. A net, a web e a contra-net são partes do mesmo complexo, e se mesclam em inúmeros pontos. Esses termos não foram criados para definir áreas, mas para sugerir&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;tendências.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;(Digressão: Antes de condenar a web ou a contra-net por seu "parasitismo", que jamais poderia ser uma força verdadeiramente revolucionária, pergunte-se o que significa "produção" na era da Simulação. Qual é a "classe produtora"? Talvez você seja forçado a admitir que esses termos perderam o sentido. De qualquer forma, as respostas a essas perguntas são tão complexas que a TAZ tende a ignorá-las por completo e simplesmente escolhe o que pode &lt;i&gt;usar&lt;/i&gt;. "Cultura é nossa natureza", e nós somos os corvos ladrões, os caçadores/coletores do mundo da Comunicação Tecnológica.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Supõe-se que as formas atuais da web não-oficial sejam ainda bastante primitivas: a rede marginal de zines, as redes BBS (6), softwares piratas, grampos telefônicos, alguma influência na mídia impressa e no rádio e quase nenhuma nos outros grandes canais de comunicação - nenhuma emissora de TV, nenhum satélite, nenhuma fibra ótica, nenhum cabo etc. etc. No entanto, a própria net apresenta um padrão de relações entre sujeitos ("usuários") e objetos ("dados") em constante mutação/evolução. A natureza dessas relações tem sido explorada exaustivamente, de McLuhan a Virilio. Usaríamos páginas e mais páginas para "provar" o que agora "todo mundo já sabe". Em vez de rediscutir tudo isso, estou interessado em investigar como essas relações em constante evolução sugerem modos de implementação para a TAZ.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A TAZ possui uma localização temporária mas real no tempo, e uma localização temporária mas real no espaço. Porém, obviamente, ela também precisa ter um local &lt;i&gt;dentro da web&lt;/i&gt;, outro tipo de local: não real, mas virtual; não imediato, mas instantâneo. A web não fornece apenas um apoio logístico à TAZ, também ajuda a criá-la. &lt;i&gt;Grosso modo&lt;/i&gt;, poderíamos dizer que a TAZ "existe" tanto no espaço da informação quanto no "mundo real". A web pode compactar muito tempo, em forma de dados, num "espaço" infinitesimal. Dizemos que a TAZ, por ser temporária, não oferece algumas das vantagens de uma liberdade com &lt;i&gt;duração&lt;/i&gt; e de uma &lt;i&gt;localização &lt;/i&gt;mais ou menos estável. Mas a web oferece uma espécie de substituto para parte disso - ela pode &lt;i&gt;informar &lt;/i&gt;a TAZ, desde o seu início, com vastas quantidades de tempo e espaço compactados que estavam sendo "subutilizados" na forma de dados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nesse ponto da evolução da web, e considerando nossas exigências por algo que seja palpável e sensual, devemos considerar a web fundamentalmente como um sistema de suporte, capaz de transmitir informações de uma TAZ a outra, ou defender a TAZ, tornando-a "invisível" ou dando-lhe garras, conforme a situação exigir. Porém mais do que isso: se a TAZ é um acampamento nômade, então a web ajuda a criar épicos, canções, genealogias e lendas da tribo. Ela fornece as trilhas de assalto e as rotas secretas que compõem o fluxo da economia tribal. Ela até mesmo &lt;i&gt;contém &lt;/i&gt;alguns dos caminhos que as tribos seguirão só no futuro, alguns dos sonhos que eles viverão como sinais e presságios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nossa web não depende de nenhuma tecnologia de computação para existir. O boca-a-boca, os correios, a rede marginal de zines, as "árvores telefônicas" e coisas do gênero são suficientes para se construir uma rede de informação. A chave não é o tipo ou o nível da tecnologia envolvida, mas a abertura e a horizontalidade da estrutura. Contudo, o próprio conceito da net &lt;i&gt;implica&lt;/i&gt; o uso de computadores. Na imaginação da ficção científica, a net é conduzida para a condição de ciberespaço (como &lt;i&gt;Tron&lt;/i&gt; e no livro de William Gibson, &lt;i&gt;Neuromancer&lt;/i&gt;) e para a pseudo-telepatia da "realidade virtual". Como fã do cyberpunk, não consigo deixar de antever o importante papel que o "hacking da realidade" terá na criação das TAZs. Assim como Gibson e Sterling, acredito que a net oficial jamais conseguirá conter a web ou a contra-net - a pirataria de dados, as transmissões não autorizadas e o fluxo livre de informações não podem ser detidos. (Na verdade, no meu entender, a Teoria do Caos &lt;i&gt;pressupõe&lt;/i&gt; que nenhum sistema de controle universal seja possível.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No entanto, deixando de lado as meras especulações sobre o futuro, devemos encarar uma questão séria sobre a web e a tecnologia que ela envolve. A TAZ deseja, acima de tudo, evitar a &lt;i&gt;mediação&lt;/i&gt;, experimentar a existência de forma &lt;i&gt;imediata&lt;/i&gt;. A essência da TAZ é "peito-a-peito", como dizem os sufis, ou cara-a-cara. Mas, MAS: a essência da web é mediação, onde as máquinas são nossos embaixadores - a carne é irrelevante exceto como um &lt;i&gt;terminal&lt;/i&gt;, com todas as conotações sinistras do termo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Talvez a melhor maneira para a TAZ encontrar seu próprio espaço seja adotando duas atitudes aparentemente contraditórias em relação à alta tecnologia e sua apoteose, a net: a) aquilo que podemos chamar de &lt;i&gt;Quinto Estado&lt;/i&gt;, a posição neo-paleolítica, pós-situacionista e ultra-verde, que se traduz como um argumento ludita contra a mediação e contra a internet; e b) os cyberpunks utópicos, os futuro-libertários, os hackers da realidade e seus aliados, que percebem a internet como um passo adiante na nossa evolução, e que acreditam que qualquer possível efeito maligno da mediação possa ser superado, ao menos depois de termos liberado os meios de produção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A TAZ concorda com os hackers porque deseja - em parte -ganhar existência através da net, e até mesmo através da mediação da net. Mas ela também concorda com os partidários do ambientalismo porque possui uma intensa percepção de si mesma como &lt;i&gt;corpo&lt;/i&gt; e sente nojo da cibergnose, a tentativa de transcender o corpo através da instantaneidade e da simulação. A TAZ tende a condenar a dicotomia entre tecnologia e antitecnologia como um equívoco: como é um equívoco a maioria das dicotomias, onde opostos aparentes acabam se revelando falsificações ou mesmo alucinações provocadas pela semântica. Essa é uma forma de dizer que a TAZ quer viver &lt;i&gt;neste &lt;/i&gt;mundo, não na idéia de outro mundo, um mundo visionário qualquer nascido de uma falsa unificação (&lt;i&gt;todo&lt;/i&gt; verde OU &lt;i&gt;todo&lt;/i&gt; metal), que só pode ser mais um castelo nas nuvens (ou, como disse Alice, "Geléia ontem ou geléia amanhã, mas jamais geléia hoje").&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A TAZ é "utópica" no sentido que imagina uma &lt;i&gt;intensificação &lt;/i&gt;da vida cotidiana ou, como diriam os surrealistas, a penetração do Maravilhoso na vida. Mas não pode ser utópica no sentido literal do termo, &lt;i&gt;sem local&lt;/i&gt;, ou "lugar do lugar nenhum" A TAZ existe &lt;i&gt;em algum lugar&lt;/i&gt;. Ela fica na interseção de muitas forças, como um ponto de poder pagão na junção das misteriosas linhas de realidades paralelas, visível para o adepto em detalhes do terreno, da paisagem, das correntes de ar, da água, dos animais e, aparentemente, sem qualquer relação um com o outro. Mas agora essas linhas não pertencem apenas ao tempo e ao espaço. Algumas existem unicamente "dentro" da web, apesar de possuírem também interseção com o tempo e os lugares reais. Talvez algumas dessas linhas sejam "extraordinárias", no sentido que não existem convenções para sua classificação. Talvez essas linhas possam ser melhor estudadas à luz da ciência do caos do que à luz da sociologia, estatística, economia etc. Os padrões de força que geram a existência da TAZ têm algo em comum com estes caóticos "Atratores Estranhos" que existem, por modo de dizer, &lt;i&gt;entre &lt;/i&gt;as dimensões.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por uma característica de sua própria natureza, a TAZ faz uso de qualquer meio disponível para concretizar-se - pode ganhar vida tanto numa caverna quanto numa cidade espacial - mas, acima de tudo, ela vai viver, agora, ou o quanto antes, sob qualquer forma, seja ela suspeita ou desorganizada. Espontaneamente, sem preocupar-se com ideologias ou antiideologias. Ela vai fazer uso do computador porque o computador existe, mas também usará poderes tão completamente divorciados da alienação e da simulação que lhe garantirão um certo &lt;i&gt;paleolitismo psíquico&lt;/i&gt;, um espírito xamânico primordial que vai "infectar" até a própria net (o verdadeiro sentido do cyberpunk, como eu o entendo). Porque a TAZ é uma intensificação, um excesso, uma abundância, um &lt;i&gt;potlatch&lt;/i&gt;, a vida vivida em vez de &lt;i&gt;sobrevivida&lt;/i&gt; (a chorosa marca dos anos 80), e não pode ser definida como tecnológica ou anti-tecnológica. Ela se contradiz, como alguém que verdadeiramente despreza fantasmas e aparições, porque deseja ser, a qualquer custo ou prejuízo para a "perfeição" ou imobilidade final.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No Mandelbrot Set (7) e em suas variações no campo da computação gráfica, encontramos – num universo fractal - mapas que estão embutidos e escondidos dentro de mapas que estão dentro de outros mapas etc., até o limite do poder do computador. Qual é a &lt;i&gt;função&lt;/i&gt; deste mapa que de certo modo apresenta uma escala de 1:1 em relação à dimensão fractal? O que podemos fazer com ele, além de admirar sua elegância psicodélica?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Se fôssemos imaginar um &lt;i&gt;mapa da informação&lt;/i&gt; - uma projeção cartográfica da net como um todo - teríamos que incluir os elementos do caos que já começaram a aparecer, por exemplo, nas operações de processos paralelos complexos, nas telecomunicações, na transferência de "dinheiro" eletrônico, nos vírus, na guerrilha dos hackers etc.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cada uma dessas "áreas" de caos poderiam ser representadas por topografias semelhantes às do Mandelbrot Set, de forma que as "penínsulas" ficassem embutidas ou escondidas dentro do mapa e quase "desaparecessem". Esta "escrita" - que em parte desaparece e em parte se esconde - representa o próprio processo que já é parte intrínseca da net, não totalmente visível nem para si mesmo, in-Controlável. Em outras palavras, o M Set, ou qualquer coisa semelhante, pode vir a ser útil na "armação" (em todos os sentidos da palavra) para o surgimento da contra-net como um processo caótico ou, para usar um termo de Prigogine, como uma "evolução criativa". No mínimo, o M Set serve como uma &lt;i&gt;metáfora&lt;/i&gt; para o "mapeamento" da interface da TAZ com a net como um &lt;i&gt;desaparecimento&lt;/i&gt; &lt;i&gt;da informação&lt;/i&gt;. Toda "catástrofe" na net é um nódulo de poder para a web, a contra-net. A net será prejudicada pelo caos, enquanto que a web vai prosperar nele.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Seja através de uma simples pirataria de dados, ou do desenvolvimento de formas mais complexas de relacionamento com o caos, o hacker da web, o cibernauta da TAZ, encontrará maneiras de aproveitar as perturbações, quedas e &lt;i&gt;breakdowns&lt;/i&gt; da net (maneiras de gerar informação a partir da "entropia"). O hacker da TAZ trabalhará para a evolução de conexões fractais clandestinas como um rastreador de fragmentos de informações, um contrabandista, um chantagista, talvez até mesmo como um ciber-terrorista. Estas conexões, e as &lt;i&gt;diferentes&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt; informações que fluem entre elas e por elas, formarão as "válvulas de poder" para a emergência da própria TAZ - como é necessário roubar energia elétrica dos monopólios distribuidores de eletricidade para iluminar uma casa abandonada que foi invadida.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Desta forma, a web, para produzir situações propícias para a TAZ, irá paralisar a net. Mas também podemos conceber esta estratégia como uma tentativa de arquitetar a construção de uma net alternativa e autônoma, "livre" e não parasítica, que servirá como a base de uma "nova sociedade emergindo do invólucro da antiga". Em termos práticos, a contranet e a TAZ podem ser consideradas como fins em si mesmas - mas, em teoria, também podem ser vistas como formas da batalha para se forjar uma realidade diferente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Uma vez dito isso, devemos admitir algumas falhas nos computadores, algumas questões ainda sem resposta,  especialmente em relação aos PCs (computadores pessoais).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A história da rede de computadores, BBS e várias outras experiências em eletro-democracia tem sido até agora mais um hobby do que qualquer outra coisa. Muitos anarquistas e liberais mantêm uma grande esperança no PC como uma arma para a libertação e auto-liberação - mas não temos ainda nenhum ganho real, nenhuma liberdade palpável.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não tenho interesse algum por uma hipotética classe empreendedora emergente formada por processadores de dados autônomos que logo estarão capacitados para administrar uma grande empresa de queijos ou qualquer outro trabalho de merda para várias corporações e burocracias. No entanto, não é preciso ser bidu para prever que esta "classe" vai gerar sua &lt;i&gt;sub&lt;/i&gt;classe - um tipo de proletariado mauricinho: por exemplo, donas-de-casa que trarão um "segundo salário" para suas famílias transformando suas próprias casas em lojinhas eletrônicas, formando pequenas tiranias de trabalho, onde o "patrão" é a rede de computadores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Também não me impressionam os tipos de informações e serviços oferecidos pelas redes contemporâneas "radicais". Dizem que em algum lugar existe uma "economia da informação". Talvez, mas a info trocada pelos canais "alternativos" de BBS parece ser constituída integralmente de conversa fiada ou papo tecnológico. Isso é uma nova economia? Ou apenas um passatempo para os aficionados? OK, os PCs causaram uma nova "revolução da imprensa". OK, redes marginais na web estão evoluindo. OK, posso agora fazer seis telefonemas ao mesmo tempo. Mas que diferença isso faz para minha vida diária?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Francamente, eu já possuía muitos dados para alimentar meus sentidos e percepções: livros, filmes, TV, teatro, telefone, correio, estados alterados de consciência, e daí por diante. Preciso realmente de um PC para obter ainda mais informações desse tipo? Você me oferece informação &lt;i&gt;secreta&lt;/i&gt;? Bem... talvez. Fico tentado, mas eu exijo segredos &lt;i&gt;maravilhosos&lt;/i&gt;, e não apenas os números de telefones que não estão na lista ou trivialidades sobre a polícia e os políticos. Sobretudo, quero que os computadores me forneçam informações relacionadas a &lt;i&gt;bens reais&lt;/i&gt; - "as coisas boas da vida", como o IWW Preamble diz. Agora, já que acuso os hackers e os usuários das BBS de possuírem uma irritante vacuidade intelectual, devo descer das nuvens barrocas da teoria e da crítica e explicar o que quero dizer com &lt;i&gt;bens reais&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eu diria que tanto por razões políticas quanto culturais eu desejo boa comida, uma comida melhor do que esta que posso obter do capitalismo - não poluída e agraciada com sabores fortes e naturais. Para complicar, imagine que a comida que eu desejo é ilegal - talvez leite não pasteurizado, ou a deliciosa fruta cubana &lt;i&gt;mamey&lt;/i&gt;, que não pode ser importada pelos EUA porque suas sementes são alucinógenas (pelo menos foi isso que me disseram). Não sou um fazendeiro. Finja que eu seja um importador de perfumes raros e afrodisíacos, e suponha que a maior parte do meu estoque seja ilegal. Ou talvez eu apenas queira trocar serviços de processamento de dados por nabos orgânicos, mas recuse a declará-lo no imposto de renda (como a lei exige, acredite se puder). Ou talvez eu queira encontrar-me com outros seres humanos para atos de prazer de comum acordo, mas ilegais(isto já foi tentado, mas todas as BBS de sexo hardcore foram proibidas - e de que serve um mundo underground &lt;i&gt;com uma torpe segurança&lt;/i&gt;?). Em suma, suponha que eu esteja cansado de mera informação, do fantasma dentro da máquina. De acordo com vocês, os computadores já deveriam ser capazes de possibilitar a realização dos meus desejos por comida, drogas, sexo, sonegação fiscal. Então, qual é o problema? Por que isso não está acontecendo?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A TAZ aconteceu, está acontecendo e vai acontecer com ou sem o computador. Mas para que a TAZ realize plenamente o seu potencial, ela deve tornar-se menos um caso de combustão espontânea e mais uma situação de "ilhas na net". A net, ou melhor, a contra-net assume a promessa de ser um aspecto integral da TAZ, uma adição que irá multiplicar o seu potencial, um salto "quantum", um salto enorme em termos de complexidade e significância. A TAZ agora deve existir dentro de um mundo de espaço puro, o mundo dos sentidos. No limiar, mesmo num ponto de evanescência, a TAZ deve combinar informações e desejos para realizar sua aventura (seu "acontecimento"), para preencher-se até as bordas de seu destino, para intensificar-se com sua própria emergência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Talvez a escola neo-paleolítica tenha razão quando diz que todas as formas de alienação e mediação devem ser destruídas ou abandonadas como condição para que nossas metas sejam alcançadas - ou talvez o anarquismo verdadeiro só possa ser realizado no espaço sideral, como dizem alguns libertários futurólogos. Mas a TAZ não se preocupa muito com o "foi" ou o "será". A TAZ está interessada em resultados, ataques com êxito à realidade consensual, conquistas de patamares de vida mais altos e intensos. Se o computador não pode ser utilizado para este projeto, então ele precisa ser dispensado. Minha intuição, no entanto, diz que a contra-net já está se formando, ou talvez já exista - embora eu não possa prová-lo. A teoria da TAZ está, em grande parte, baseada nesta intuição. É claro que a nossa web também encerra redes de troca não-computadorizadas, como o &lt;i&gt;samizdat&lt;/i&gt;, o mercado negro etc. - mas o pleno potencial de redes de informação não-hierárquicas &lt;/span&gt;&lt;span 12="" font=""  style="font-size:100%;"&gt;aponta para o computador como seu instrumento &lt;i&gt;por excelência&lt;/i&gt;. Agora, espero pelos hackers que provem que estou certo, que minha intuição é válida. Onde estão meus nabos?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span us=""&gt;&lt;p class="MsoNormal" 0cm=""&gt;&lt;span 12="" font=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.rizoma.net/"&gt;www.rizoma.net&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8707928140455311226-1948140911143093267?l=arquivosetor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquivosetor.blogspot.com/feeds/1948140911143093267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/zona-autonoma-temporal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/1948140911143093267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8707928140455311226/posts/default/1948140911143093267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquivosetor.blogspot.com/2009/05/zona-autonoma-temporal.html' title='Zona Autonoma Temporal'/><author><name>Os Invisíveis</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
